quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Um poema sobre mim...




Eu sou...Amiga e sincera.
Eu gostaria de saber...Por que as mulheres choram?
Eu escuto...A voz do meu coração.
Eu quero...Alcançar meus objetivos.
Eu sou...Amiga e sincera.

Eu finjo...Ser forte.
Eu sinto...Falta de carinho.
Eu toco...Nos sentimentos das pessoas.


Eu me preocupo...Com a minha familia.
Eu choro...De solidão.
Eu sou...Amiga e sincera.
Eu sou...Amiga e sincera.
Eu compreendo...A vida.
Eu digo...O que penso.
Eu sonho...Com um grande amor.
Eu tento...Me afastar de pessoas falsas.
Eu espero...A felicidade.
Eu sou...Amiga e sincera.
Nome:Jéssica vittoreti.
Turma:A43
Data: 02 de Dezembro de 2009..

Passeio de fim de ano

Era final de ano, todos estavam prontos para o passeio do colégio no fim das aulas, realizada com nossos esforços, fazendo rifas, vendendo bolos, refrigerantes, gincanas,
para irmos num hotel fazenda em Manoel Viana na cidade do lado.
Chegou o dia, era um sabado 8H da manhã um sol lindo de se ver. Então embarcamos no ônibus alegres, com violão e outras coisas para fazer a festa dentro do mesmo, viajamos e então chegamos ao lugar. Era lindo o lugar com piscina,campo de futebol,passamos mais na piscina do que em outro lugar.
Já era tarde e resolvemos ir embora até que o dono do hotel notou que a cobra que estava no terrario havia escapado foi a maior preocupação em saber onde ela estava, até que a minha colega ao mexer na sua mochila para ir embora a cobra sai de debaixo da mesma, nisso o dono do hotel fazenda foi correndo lá dentro, voltando com uns instrumentos para capturar a cobra e assim poderiamos ir embora.
Ao chegar de volta nos despedimos cada um foi para um lado, uns continuaram comigo em outra escola,outros não.

Bruno Silva
T: A 43
Redação 1
Prof.(a): Andréia































Essa é a minha irmã


Oi, meu nome é Anderson, e eu vou falar um pouquinho sobre a minha irmã chamada Andressa.
Minha irmã tem 7 anos de idade, ela pesa uns 29 kg e tem mais ou menos 1,20 cm de altura, ela tem pele morena clara e cabelos pretos, tem os olhos castanhos, um narizinho piquinininho e uma boca muito bonita, sua voz é fina e suave.
A Andressa tem uma personalidade muito boa, capaz de conquistar qualquer pessoa, é bastante séria, tem seus limites, adora fazer amizades e odêia quando algo dá errado.
Além dessas qualidades, a minha irmã é bastante inteligente, as vezes até de mais, mas sempre com boa intensão e interesse pelos seus objetivos.


Anderson da Silva Oliveira
T: A 43
Redação 1
Prof.(a): Andréia

Você conhece uma tal de Amanda?

Eu tenho uma coleguinha muito especial ela é simpática, alegre, mas principalmente, medrosa se disseres a ela que pombos são mal-assombrados, ela correrá como se não houvesse amanhã ao ver qualquer coisa que se pareça relativamente com um pombo.

Ela tem 16 anos, 1,63 de altura e o cabelo castanho-escuro, acompanhado de uma inseparável... franja. Franja essa que me intriga, afinal como ela pode enxergar 100% com aquela pequena mecha cobrindo seus lindos olhos castanhos.

Ela houve Vanilla Ice, joga videogame brinca de pinball nos corredores da escola e tem um porquinho-da-Índia chamada Yumi. Ela é especial, ela é Amanda!


Cássio do
s Santos

# Amanda




Tenho uma amiga que tem 16 anos e 1,65 cm de altura as vezes fico pensando como uma pessoa tão pequena pode ter um coração tão grande , sempre está ao meu lado , nas horas ruins e boas , ela é uma pessoa linda de corpo e alma, amorosa e sincera ... Tem os olhos castanhos e grandes, cabelos escuros , e nunca se negou a me dar um ombro amigo, simplismente eu a amo. Te amo Amanda Feijó

.Katiri Severo.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

A caneta e o papel

A caneta e o papel

Era uma vez uma caneta e um papel e um papel, ambas em cima de uma escrivaninha, e lado a lado estavam conversando:
- Você viu papel, que nossa dona ultimamente está sempre me levando para passear dentro de sua bolsa?
- É, realmente noto que tu está às vezes ausente!
- Acho que Patrícia deve gostar mesmo de mim! Quando estou com ela, as outras canetas simplesmente são ignoradas, e apenas eu sou utilizada.
- Pare com isso! Patrícia tem várias canetas e usa todas, você não é especial coisa nenhuma.
- Nossa! Você é muito invejoso, só porque fica o dia inteiro parado, sozinho em cima da escrivaninha.
- Não sou não. Você que é metida demais.
- Sou apenas realista, causo inveja nos outros, devido a minha bela forma, sem contar que minha tinta preta sai suavemente, deixando a escrita mais bonita e sem borrados.
- Uau, mas não se esqueça que você foi feita em uma fábrica e que existem milhares de canetas iguais a você.
- Não importa, nesta escrivaninha eu sou o objeto mais importante daqui, sou melhor que o lápis, a borracha, a cola e até que você!
- Disso você está enganada. Pois, você apenas consegue mostrar sua “bela escrita”, quando alguém escreve com você, em um papel como eu. Se eu não existisse, você não serviria para nada.
Após uma longa discussão entre a caneta e o papel, eis que Patrícia entra em seu quarto, pega sua caneta e seu papel, que ainda estão tentando mostrar um ao outro porque são os melhores.
Patrícia passa a desenhar um belo coração, o pinta, o recorta e o cola num cartão, após isso ela sai do quarto, e a discussão permanece entre a caneta e o papel.
- Viu, eu disse, você só vai ser usada se tiver um papel como eu por perto,caso contrário você não tem utilidade.
O lápis de cor, já cansado de ouvir essas besteiras, interferiu na discussão, e disse:
- Parem com isso! Será que vocês não vêem, ninguém é melhor que ninguém. Apesar de todos nós que estamos aqui sobre a escrivaninha sermos diferentes, todos nós somos importantes independente de nossa função, e sem contar que precisamos uns dos outros para realizar nossas tarefas. Assim como foi feito agora, Patrícia desenhou um coração, e para isso precisou de um papel, um lápis para desenhar, uma borracha para apagar os traços errados, uma caneta para contornar, um lápis de cor para pintar, uma tesoura para cortar e uma cola para colar. Agora chega com isso! Devemos ser solidários, e respeitarmos os outros apesar das nossas diferenças, todos somos importantes independente do que somos ou fazemos.

A agulha, a linha e o sonho do alfinete

Numa certa caixa de costura havia uma linha e uma agulha, cada qual mais metida do que a outra.Apesar disso, as duas eram muito amigas e tinham como passatempo preferido zombar dos outros objetos da caixinha e, principalmente do alfinete.

-Veja como ela é gorda e desbotada!

Dizia a agulha à uma velha almofada de alfinetes.

Não se passou muito tempo até que a linha resolvesse debochar do sonho do pobre alfinete, dizendo:

-Com essa cabeça enorme e colorida nunca poderá ir à uma festa enfeitando um vestido luxuoso.

As duas faziam isso porque sempre participavam da confecção de todas as peças do ateliê e o alfinete, coitado, nunca era usado.

Certo dia, a agulha e a linha estavam mais petulantes do que o normal e gritavam aos quatro ventos:

-Vamos ,juntas, ajudar a confeccionar o mais belo vestido de festa que esse ateliê já viu.

Engano delas!As duas estavam tão eufóricas que mal cabiam em si.

Ao iniciar o bordado do vestido, a costureira acabou picando seu dedo e, sem querer deixou a agulha cair fazendo com que ela entortasse.

Após esses acontecimentos a modista precisou comprar uma agulha nova e deixar a antiga de lado até poder consertá-la.

Quando a cliente chegou para ver como estava sua encomenda, reparou que a linha escolhida para o bordado não combinava com o tecido. Deste modo, a moça pediu para que fosse substituída.

Inconformadas, a linha e a agulha passaram dias reclamando por terem sido deixadas de lado.

No dia da festa, a freguesa foi buscar sua roupa e, como havia emagrecido, o vestido ficou levemente folgado no busto. Como não daria tempo de reajustá-lo, a costureira teve a idéia de usar o alfinete para prender a parte larga. Neste momento ele realizaria seu grande sonho.

Poucos dias depois o alfinete foi devolvido e contou à todos sobre a festa:

-Tornei-me famoso na alta sociedade, pois as moças pensaram que fosse tendência de moda usar-me como acessório.

A linha e a agulha, arrependidas por terem sido tão más e preconceituosas, desculparam-se com o alfinete:

-Perdoe-nos, aprendemos a lição!Disse a linha.

-Todos somos igualmente importantes, como em um time!Exclamou a agulha.

O alfinete, sempre bondoso, perdoou-as na hora.

Então, após se desculparem também com todos os outros,continuaram a conversar.Durante horas o alfinete permaneceu relatando os acontecimentos do baile e assim eles ficaram felizes e em harmonia como nunca antes estiveram.

By Pri