quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Felicidade Clandestina

É aquela felicidade que sentimos para nós mesmo,é quando ouvimos e sentimos algo que só o coração sabe.
É poder imaginar que a felicidade esta a um passo da vida real. Felicidade clandestina é quando se mistura a emoção da quilo que sentimos e ouvimos,é lembrar do passado dos momentos tristes que passamos, coisas boas e ruins e ao mesmo tempo felizes. Agora somos adulto a nossa felicidade é viver o
presente e tentar ser feliz no futuro.

Fátima e Lucia

Sara Samira, Renata Schaeffer.



O espírito do NATAL



Num dia de Natal, em São Paulo, num lugar muito pobre, haviam dois irmãos pequeninos, pedindo esmola para comprar alguma coisinha para eles.

Até a hora em que passou um carro por ali, com uma criança dentro, eles pareciam ter muito dinheiro, então o menino disse:

_Ei, mãe de um dinheirinho para estas crianças! Elas parecem estar sem nenhum tustão no bolso para comprar algo!

_Está bem filho!

E então a família ali deixou um dinheirinho, dentro de uma caixinha que estava na rua. A moça querendo admitir ou não, ajudou pessoas no Natal.

Ninguém sabia, nem os meninos, que eles tinham talento para cantar! Então uns três anos depois, eles descobriram. Um belo dia, um homem viu as crianças treinando e perguntou:

_Uau! Vocês dois cantam muito bem! E estão com sorte, porque eu tenho uma rádio e preciso de alguém para atuar lá!

E lá foram com o homem.

E assim, eles fizeram muito sucesso! Mais ou menos dez anos depois, eles ficaram muito ricos, muito mesmo! Chegaram a morar em mansão!

No natal deste ano, uma família muito pobre veio até a mansão deles para pedir um dinheiro para comprar algo para comer. Então as crianças, olharam bem fundo nos olhos deles e disseram:

_Ei, está é a família que nos ajudou a muitos anos atrás, lembra?Vocês ainda lembram-se da gente?

_Sim! - Disse o menino espantado - Quando eramos ricos, me lembro que lhe pedi mãe, que colocasse um dinheiro naquela caixinha!

_É mesmo! - Disse a mãe.

Então os meninos os convidaram-os para entrar e todos ficaram muito felizes, também entenderam o espírito Natalino:

Um ajudar o outro.


FIM!

Grazziele Pergurski




Clandestina Felicidade...

Clandestina Felicidade


Uma felicidade clandestina é observada em simples momentos, não compartilhados, momentos que podem significar uma imensa solidão, mas para quem vive estes momentos são uma imensa felicidade “própria”. Um sentimento único e espontâneo que se manisfestam através de pequenos detalhes, situações que somente a pessoa que esta ali é capaz de intender.


Exemplos de Clandestina Felicidade:


Uma criança brincando sozinha; para muitos, uma criança que sente uma solidão por estar brincando sem companhias.

Para criança um mundo imaginário que somente ela consegue transformar em realidade, uma ficção que lhe tras distração e felicidade por estar imaginando “um conto de fadas”.


Uma pessoa contemplando o céu; algo bem comum mas que trás uma paz interior imensa.


Um hábito de ler (para relaxar); um mergulho em uma fantasia, que mesmo sabendo que pode não ser real gera uma curiosidade para saber o que acontece e acabamos aprendendo a fugir de nosso cotidiano mesmo estando nele.


Felicidade clandestina é isso, é sentir a essência da situação, é vivê-la por completo e se sentir radiante com uma felicidade exclusiva que só vivendo ela para saber o tamanho de sua importância!



Sara Samira e Renata

Clandestina Felicidade

Clarice lispector recorda sua infancia no Recife. Ela gostava de ler. Sua situação financeira não era suficiente para comprar livros. Por isso, ela vivia pedindo-os emprestados a uma colega filha de do Essa foi a felicidade clandestina da menina. Fazia questão de “esquecer” que estava com o livro para depois ter a “surpresa” de achá-lo. “Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com seu amante.”no de livraria. Essa colega não valorizava a leitura e inconscientemente se sentia inferior às outras, sobretudo à narradora. Certo dia, a filha do livreiro informou à narradora que podia emprestar-lhe “As Reinações de Narizinho”, de Monteiro Lobato, mas que fosse buscá-la.
A menina passou a sonhar com o livro. Mal sabia a ingênua menina que a colega queria vingar-se: todos os dias, invariavelmente, ela passava na casa e o livro não aparecia, sob a alegação de que já fora emprestado. Esse suplício durou muito tempo. Até que, certo dia, a mãe da colega cruel interveio na conversa das duas e percebeu a atitude da filha; então, emprestou o livro à sonhadora por tanto tempo quanto desejasse.

NOMES:DISIANE,RENATO E RUCHELY T:C 54

Clandestina Felicidade

A felicidade é algo muito relativo, em muitos momentos da vida nos demos conta que para muitas pessoas, a felicidade está nas pequenas coisas que a vida nos oferece, como por exemplo: a alegria estampada nos olhos de uma criança ao ver seus pequenos sonhos realizados.
Também o exemplo de um adulto que conhece o mar pela primeira vez.






  • Simone e Eliane.

Espírito natalino

É apenas um pequeno envelope branco pendurado entre os galhos da nossa árvore de Natal. Não tem nome, não tem identificação, não tem dizeres. Se esconde entre os galhos da nossa árvore ha cerca de dez anos.

Tudo começou porque meu marido Mike odiava o Natal. Claro que não era o verdadeiro sentido do Natal, mas seus aspectos comerciais: gastos excessivos, a corrida frenética na ultima hora para comprar uma gravata para o tio Harry e o talco da vovó, os presentes dados com uma ansiedade desesperada porque não tínhamos conseguido pensar em nada melhor.

Sabendo como ele se sentia, um certo ano decidi deixar de lado as tradicionais camisetas, casacos, gravatas e coisas no gênero. Procurei algo especial só para o Mike. A inspiração veio de uma forma um tanto incomum. Nosso filho Kevin, que tinha 12 anos na época, fazia parte da equipe de luta livre da sua escola.

Pouco antes do Natal, houve um campeonato especial contra uma equipe patrocinada por uma igreja da parte mais pobre da cidade. A equipe era formada, em sua maioria, por negros. Esses jovens, que usavam tênis tão velhos que tínhamos a sensação de que os cadarços eram a única coisa que os segurava, contrastavam de forma gritante com nossos filhos, vestidos com impecáveis uniformes azuis e dourados e tênis especiais novinhos em folha. Quando o jogo começou, fiquei preocupada ao notar que a outra equipe estava lutando sem o capacete de segurança que tinha como intuito proteger os ouvidos dos lutadores. Era um luxo ao qual a equipe dos pés-sujos não podia se dar.

No fim das contas, a equipe da escola do meu filho acabou arrasando eles. Ganharam em todas as categorias de peso. E cada um dos meninos da outra equipe que levantava do tatame se virava com fúria, fazendo pose de valente, procurando mostrar um orgulho de quem não ligava para a derrota.

Mike, que estava sentado ao meu lado, balançou a cabeça, triste: "Queria que pelo menos um deles tivesse ganhado", disse. "Eles têm muito potencial, mas uma derrota dessas pode acabar com o ânimo deles."

Mike adorava crianças - todas as crianças - e as conhecia bem, pois tinha sido técnico de times mirins de futebol, basquete e vôlei. Foi aí que tive uma idéia para o presente dele. Naquela tarde, fui a uma loja de artigos esportivos e comprei capacetes de proteção e tênis especiais que enviei, sem me identificar, à igreja que patrocinava a equipe adversária.

Na véspera de Natal, coloquei o envelope na árvore com um bilhete dentro, contando ao Mike o que tinha feito e que esse era o meu presente para ele. O mais belo sorriso iluminou o seu rosto naquele Natal. Isso se deu em todos os anos consecutivos.

A cada Natal, eu seguia a tradição: uma vez comprei ingressos para um jogo de futebol para um grupo de jovens com problemas mentais, outra vez enviei um cheque para dois irmãos que tinham perdido a casa num incêndio na semana antes do Natal e assim por diante. O envelope passou a ser o ponto alto do nosso Natal. Era sempre o último presente a ser aberto na manhã de Natal. Nossos filhos, deixando de lado seus novos brinquedos, ficavam esperando ansiosamente o pai pegar o envelope da árvore e revelar o que havia dentro.

As crianças foram crescendo e os brinquedos foram sendo substituídos por presentes mais práticos, mas o envelope nunca perdeu seu encanto. Esse conto não acaba aqui. Perdemos nosso Mike ano passado por causa de um câncer. Quando chegou a época do Natal, eu ainda estava sofrendo tanto que mal consegui montar a árvore. Mas, na véspera de Natal, me vi colocando um envelope na árvore. Na manha seguinte, havia mais três envelopes junto a ele. Cada um de nossos filhos, sem o outro saber, tinha colocado um envelope na árvore para o pai.

A tradição cresceu e, um dia, se expandirá ainda mais e nossos netos se reunirão em volta da árvore, ansiosos para saber o que há no envelope retirado da árvore por seus pais. O espírito de Mike, assim como o espírito do Natal, estará sempre conosco.

Vamos todos lembrar de Jesus, que é o motivo dessa comemoração e o verdadeiro espírito do Natal este ano e sempre. Deus o abençoe.

(Do livro Histórias para Aquecer o Coração, de Jack Canfield)


By Priscila Araujo e Priscila Rodrigues

Dia de Ação de Graças


Prece de Ação de Graças

Divaldo Franco


Agradecemos-te Senhor. Pela glória de viver. Pela honra de amar!
Muito obrigada Senhor, pelo que me deste, pelo que me dás!Muito obrigada pelo pão, pelo ar, pela paz!

Muito obrigada pela beleza que meus olhos vêem no altar da natureza! Olhos que fitam o ar, a terra e o mar.Que acompanham a ave fagueira que corre ligeira pelo Céu de anil e se detém na terra verde salpicada de flores em tonalidades mil!Muito obrigada Senhor, porque eu posso ver o meu amor!Diante de minha visão, pelos cegos, formulo uma oração;Eu sei que depois dessa lida, na outra vida, eles também enxergarão!

Obrigada pelos ouvidos meus que me foram dados por Deus.Ouvidos que ouvem o tamborilar da chuva no telheiro, a melodia do vento nos ramos do salgueiro,as lágrimas que choram os olhos do mundo inteiro.Diante de minha capacidade de ouvir pelos surdos eu te quero pedir;eu sei que depois desta dor, no teu reino de amor, eles também ouvirão!

Muito obrigada Senhor, pela minha voz!Mas também pela voz que canta, que ensina, que alfabetiza.Que canta uma canção e teu nome profere com sentida emoção!Diante da minha melodia quero te rogar, pelos que sofrem de afazia,pelos que não cantam de noite e não falam de dia.Eu sei que depois desta dor, no teu reino de amor, eles também cantarão!

Muito obrigada Senhor, pelas minhas mãos!Mas também pelas mãos que oram, que semeiam, que agasalham.Mãos de amor, mãos de caridade, de solidariedade. Mãos que apertam mãos.Mãos de poesia, de cirurgias, de sinfonias, de psicografias...Mãos que acalentam a velhice, a dor e o desamor!Mãos que acolhem ao seio do corpo, um filho alheio, sem receio.

Pelos meus pés, que me levam a andar sem reclamar.Muito obrigada Senhor, porque posso bailar!Olho para a terra e vejo, amputados, marcados, desesperados, paralisados...Eu posso andar!! Oro por eles!!Eu sei que depois dessa expiação, na outra reencarnação, eles também bailarão.

Muito obrigada Senhor, pelo meu lar!É tão maravilhoso ter um lar...Não importa se este lar é uma mansão, um bangalô, seja lá o que for!O importante é que dentro dele exista o amor!O amor de pai, de mãe, de marido e esposa, de filho, de irmão...De alguém que lhe estenda a mão, mesmo que seja o amor de um cão, pois é tão triste viver na solidão!

Mas se eu não tiver ninguém para amar, um teto para me acolher, uma cama para me deitar...mesmo assim, não reclamarei, nem blasfemerei.
Simplesmente direi:Obrigada Senhor, porque nasci. Obrigada Senhor, porque creio em ti. Pelo teu amor, obrigada Senhor!.

TENHAM TODOS DIAS DE MUITA PAZ !



Felicidade clandestina


Clarice era uma menina pobre, vivia com o pai e a mãe doenteEla sofria com as “maldades” de uma coleguinha de classe alta que mesmo sabendo da adoração de Clarice por livros não emprestava os seus à ela.

Para Clarice, a felicidade clandestina eram os momentos em que ficava sozinha com suas pequenas realizações, como quando finalmente conseguiu obter o livro que tanto desejava.Apesar de querê-lo tanto, a menina não teve pressa em lê-lo, pelo contrario ela queria desfrutar vagarosamente aquela conquista tão almejada.


by Priscila Araujo e Priscila Rodrigues

O Espírito de Natal/ Clandestina Felicidade

E.E.E.B.Marcus Vinicius de Moraes.

Alunas: Sara Machado, Renata Schaeffer. Redação 2, Profª Andréia Abreu

Conto de Natal

O espírito do NATAL



Num dia de Natal, em São Paulo, num lugar muito pobre, haviam dois irmãos pequeninos, pedindo esmola para comprar alguma coisinha para eles.

Até a hora em que passou um carro por ali, com uma criança dentro, eles pareciam ter muito dinheiro, então o menino disse:

_Ei, mãe de um dinheirinho para estas crianças! Elas parecem estar sem nenhum tustão no bolso para comprar algo!

_Está bem filho!

E então a família ali deixou um dinheirinho, dentro de uma caixinha que estava na rua. A moça querendo admitir ou não, ajudou pessoas no Natal.

Ninguém sabia, nem os meninos, que eles tinham talento para cantar! Então uns três anos depois, eles descobriram. Um belo dia, um homem viu as crianças treinando e perguntou:

_Uau! Vocês dois cantam muito bem! E estão com sorte, porque eu tenho uma rádio e preciso de alguém para atuar lá!

E lá foram com o homem.

E assim, eles fizeram muito sucesso! Mais ou menos dez anos depois, eles ficaram muito ricos, muito mesmo! Chegaram a morar em mansão!

No natal deste ano, uma família muito pobre veio até a mansão deles para pedir um dinheiro para comprar algo para comer. Então as crianças, olharam bem fundo nos olhos deles e disseram:

_Ei, está é a família que nos ajudou a muitos anos atrás, lembra?Vocês ainda lembram-se da gente?

_Sim! - Disse o menino espantado - Quando eramos ricos, me lembro que lhe pedi mãe, que colocasse um dinheiro naquela caixinha!

_É mesmo! - Disse a mãe.

Então os meninos os convidaram-os para entrar e todos ficaram muito felizes, também entenderam o espírito Natalino:

Um ajudar o outro.


FIM!

Autora: Grazziele Pergurski


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Clandestina Felicidade


Uma felicidade clandestina é observada em simples momentos,não compartilhados,momentos que podem significar uma imensa solidão, mas para quem vive estes momentos são uma imensa felicidade “própria”. Um sentimento único e espontâneo que se manisfestam através de pequenos detalhes, situações que somente a pessoa que esta ali é capaz de intender.


Exemplos de Clandestina Felicidade:


Uma criança brincando sozinha; para muitos uma criança que sente uma solidão por estar brincando sem companias.

Para criança um mundo imaginário que somente ela consegue transformar em realidade, uma ficção que lhe tras distração e felicidade por estar imaginando “um conto de fadas”.


Uma pessoa contemplando o céu; algo bem comum mas que trás uma paz interior imensa.


Um habito de ler (para relaxar); um mergulho em uma fantasia, que mesmo sabendo que pode não ser real gera uma curiosidade para saber o que acontece e acabamos aprendendo a fugir de nosso cotidiano mesmo estando nele.




Felicidade clandestina é isso,é sentir a essência da situação,é vive-la por completo e se sentir radiante,com uma felicidade exclusiva que só vivendo ela para saber o tamanho de sua importância!


Uma Linda História de Natal

Uma Linda História de Natal

Certo homem, chamado Mogo, costumava olhar o Natal como uma festa sem o menor sentido.

Segundo ele, a noite de 24 de dezembro era a mais triste do ano, porque muitas pessoas se davam conta de quão solitárias eram, ou sentiam muito a ausencia da pessoa querida que não esteve presente durante o ano.

Mogo era um homem bom. Tinha uma família, procurava ajudar o próximo,
e era honesto nos negócios. Entretanto, não podia admitir que as pessoas fossem ingênuas a ponto de acreditar que um Deus havia descido à Terra só para consolar os homens. Sendo uma pessoa de princípios, não tinha medo de dizer a todos que o Natal, além de ser mais triste que alegre, também estava baseado numa história irreal - um Deus se transformando em homem.

Como sempre, na véspera da celebração do nascimento de Cristo, sua esposa e seus filhos
se prepararam para ir à igreja. E, como de costume, Mogo resolveu deixá-los ir sozinhos, dizendo:

_ Seria hipócrita da minha parte acompanhá-los. Estarei aqui esperando a volta de vocês.

Quando a família saiu, Mogo sentou-se em sua cadeira preferida, acendeu a lareira, e começou a ler os jornais daquele dia. Entretanto, logo foi distraído por um barulho na sua janela, seguido de outro... e mais outro. Achando que era alguém jogando bolas de neve, Mogo pegou o casaco para sair,
na esperança de dar um susto no intruso. Assim que abriu a porta, notou um bando de pássaros que haviam perdido seu rumo por causa de uma tempestade, e agora tremiam na neve.

Como tinham notado a casa aquecida, tentaram entrar, mas, ao se chocarem contra o vidro, machucaram suas asas, e só poderiam voar de novo quando elas estivessem curadas
"Não posso deixar essas criaturas aqui fora", pensou Mogo. "Como ajuda-las?"

Mogo foi até a porta de sua garagem, abriu-a e acendeu a luz. Os pássaros, porém, não se moveram
"Elas estão com medo", pensou Mogo.

Então, entrou na casa, pegou alguns miolos de pão, e fez uma trilha até a garagem aquecida. Mas a estratégia não deu resultado.

Mogo abriu os braços, tentou conduzi-los com gritos carinhosos, empurrou delicadamente um e outro, mas os pássaros ficaram mais nervosos ainda - começaram a se debater, andando sem direção pela neve e gastando inutilmente o pouco de força que ainda possuíam.

Mogo já não sabia o que faze. Vocês devem estar me achan o uma criatura aterra,
dizer, em voz alta . Será que não entendem que podem confiar em mim? Desesperado gritou:
Se eu tivesse, neste momento, uma chance me transformar em alguns minutos, vocês veriam que eu estou realmente querendo salvá-los! Neste momento, o sino da igreja tocou, anunciando a meia-noite.

Um dos pássaros transformou-se em anjo, e perguntou a Mogo: Agora você entende, por que Deus precisava transformar-se em ser humano? Com os olhos cheios de lágrimas, ajoelhando-se na neve, Mogo respondeu: Perdoai-me anjo. Agora eu entendo que só podemos confiar naqueles que se parecem conosce passam pelas mesmas coisas pelas quais nós passamos.

Hoje, Mogo entende o verdadeiro significado do
Natal e, acredita no Deus que, enviou seu filho JESUS, para acreditarmos e confiarmos no Pai Criador. FELIZ Natal!! Certo homem, chamado Mogo, costumava olhar o Natal como uma festa sem o menor sentido.

Segundo ele, a noite de 24 de dezembro era a mais triste do ano, porque muitas pessoas se davam conta de quão solitárias eram, ou sentiam muito a ausencia da pessoa querida que não esteve presente durante o ano. Mogo era um homem bom. Tinha uma família, procurava ajudar o próximo, e era honesto nos negócios. Entretanto, não podia admitir que as pessoas fossem ingênuas a ponto de acreditar que um Deus
havia descido à Terra só para consolar os homens.

Sendo uma pessoa de princípios, não tinha medo de dizer a todos que o
Natal, além de ser mais triste que alegre, também estava baseado numa história irreal um Deus se transformando em homem.

Como sempre, na véspera da celebração do nascimento de Cristo, sua esposa e seus filhos se prepararam para ir à igreja. E, como de costume, Mogo resolveu deixá-los ir sozinhos, dizendo:

_ Seria hipócrita da minha parte acompanhá-los.

Estarei aqui esperando a volta de vocês. Quando a família saiu, Mogo sentou-se em sua cadeira preferida,
acendeu a lareira, e começou a ler os jornais daquele dia. Entretanto, logo foi distraído por um barulho na sua janela, seguido de outro... e mais outro.

Achando que era alguém jogando bolas de neve,
Mogo pegou o casaco para sair,
na esperança de dar um susto no intruso.

Assim que abriu a porta,
notou um bando de pássaros que haviam perdido seu rumo
por causa de uma tempestade, e agora tremiam na neve.

Como tinham notado a casa aquecida,
tentaram entrar, mas, ao se chocarem contra o vidro,
machucaram suas asas, e só poderiam voar de novo quando
elas estivessem curadas.
"Não posso deixar essas criaturas aqui fora", pensou Mogo.

"Como ajuda-las?"

Mogo foi até a porta de sua garagem,
abriu-a e acendeu a luz.
Os pássaros, porém, não se moveram.
"Elas estão com medo", pensou Mogo.

Então, entrou na casa, pegou alguns miolos de pão,
e fez uma trilha até a garagem aquecida.

Mas a estratégia não deu resultado.

Mogo abriu os braços,
tentou conduzi-los com gritos carinhosos,
empurrou delicadamente um e outro, mas os pássaros
ficaram mais nervosos ainda - começaram a se debater,
andando sem direção pela neve e gastando inutilmente
o pouco de força que ainda possuíam.

Mogo já não sabia o que fazer.

_ Vocês devem estar me achando uma criatura aterradora
- disse, em voz alta.
_ Será que não entendem que podem confiar em mim?

Desesperado gritou:

_ Se eu tivesse, neste momento,
uma chance de me transformar em pássaro só por alguns
minutos, vocês veriam que eu estou realmente
querendo salvá-los!

Neste momento, o sino da igreja tocou, anunciando a meia-noite.

Um dos pássaros transformou-se em anjo, e perguntou a Mogo:

_ Agora você entende,
por que Deus precisava transformar-se em ser humano?

Com os olhos cheios de lágrimas,
ajoelhando-se na neve, Mogo respondeu:

_ Perdoai-me anjo.

Agora eu entendo que só podemos confiar
naqueles que se parecem conosco e passam pelas mesmas
coisas pelas quais nós passamos.

" Hoje, Mogo entende o verdadeiro significado do Natal, e,
acredita no Deus que, enviou seu filho JESUS, para acreditarmos
e confiarmos no Pai Criador."

FELIZ
Natal !! Certo homem, chamado Mogo,
costumava olhar o
Natalcomo uma
festa sem o menor sentido.

Segundo ele, a noite de 24 de dezembro
era a mais triste do ano, porque muitas pessoas
se davam conta de quão solitárias eram,
ou sentiam muito a ausencia da pessoa querida
que não esteve presente durante o ano.

Mogo era um homem bom.

Tinha uma família, procurava ajudar o próximo,
e era honesto nos negócios.

Entretanto, não podia admitir que as pessoas
fossem ingênuas a ponto de acreditar que um Deus
havia descido à Terra só para consolar os homens.

Sendo uma pessoa de princípios,
não tinha medo de dizer a todos que o Natal,
além de ser mais triste que alegre,
também estava baseado numa história irreal
- um Deus se transformando em homem.

Como sempre, na véspera da celebração
do nascimento de Cristo, sua esposa e seus filhos
se prepararam para ir à igreja.

E, como de costume,
Mogo resolveu deixá-los ir sozinhos, dizendo:
_ Seria hipócrita da minha parte acompanhá-los.
Estarei aqui esperando a volta de vocês.

Quando a família saiu,
Mogo sentou-se em sua cadeira preferida,
acendeu a lareira, e começou a ler os jornais daquele dia.
Entretanto, logo foi distraído por um barulho na sua janela,
seguido de outro... e mais outro.

Achando que era alguém jogando bolas de neve,
Mogo pegou o casaco para sair,
na esperança de dar um susto no intruso.

Assim que abriu a porta,
notou um bando de pássaros que haviam perdido seu rumo
por causa de uma tempestade, e agora tremiam na neve.

Como tinham notado a casa aquecida,
tentaram entrar, mas, ao se chocarem contra o vidro,
machucaram suas asas, e só poderiam voar de novo quando
elas estivessem curadas.
"Não posso deixar essas criaturas aqui fora", pensou Mogo.

"Como ajuda-las?"

Mogo foi até a porta de sua garagem,
abriu-a e acendeu a luz.
Os pássaros, porém, não se moveram.
"Elas estão com medo", pensou Mogo.

Então, entrou na casa, pegou alguns miolos de pão,
e fez uma trilha até a garagem aquecida.

Mas a estratégia não deu resultado.

Mogo abriu os braços,
tentou conduzi-los com gritos carinhosos,
empurrou delicadamente um e outro, mas os pássaros
ficaram mais nervosos ainda - começaram a se debater,
andando sem direção pela neve e gastando inutilmente
o pouco de força que ainda possuíam.

Mogo já não sabia o que fazer.

_ Vocês devem estar me achando uma criatura aterradora
- disse, em voz alta.
_ Será que não entendem que podem confiar em mim?

Desesperado gritou:

_ Se eu tivesse, neste momento,
uma chance de me transformar em pássaro só por alguns
minutos, vocês veriam que eu estou realmente
querendo salvá-los!

Neste momento, o sino da igreja tocou, anunciando a meia-noite.

Um dos pássaros transformou-se em anjo, e perguntou a Mogo:

_ Agora você entende,
por que Deus precisava transformar-se em ser humano?

Com os olhos cheios de lágrimas,
ajoelhando-se na neve, Mogo respondeu:

_ Perdoai-me anjo.

Agora eu entendo que só podemos confiar
naqueles que se parecem conosco e passam pelas mesmas
coisas pelas quais nós passamos.

" Hoje, Mogo entende o verdadeiro significado do Natal, e,
acredita no Deus que, enviou seu filho JESUS, para acreditarmos
e confiarmos no Pai Criador."

FELIZ Natal!!


Uma noite especial


Em uma noite de natal, Suzana estava trabalhando horas antes da meia noite e se sentia muito sozinha, queria estar junto da família. No final do expediente, ao pegar o ônibus , Suzana deparou-se com um jovem casal acompanhado de cinco crianças. A mais velha deveria ter uns dez anos e a mais nova, um bebezinho de colo. Aparentavam ser muito pobres. AS crianças traziam nas mãos brinquedos embalados em sacos de plástico transparente e pai segurava um cesta básica embalada em papel celofane.
Nisso uma menininha de aproximadamente cinco anos, virou-se em minha direção e perguntou-me qual era meu nome. Aos poucos foram conversando sobre o natal e a criança lhe perguntou:
- Sabia que hoje é Natal?
- ... é mesmo?
- É sim! É a festa de Jesus!
- Quem é Jesus? - Suzana fingiu não saber
- É aquele moço bonzinho que mora no céu! - e a criança apontou o dedinho para o alto.
Naturalmente a criança mudou de assunto:
- Sabia que as nuvens são branquinhas da cor de algodão?
- Sabia.
- Qual é a cor da sua roupa?
- Vermelha...
- Ah, da cor do tomate.
A mãe olha para traz, pisca o olho para Suzana e fala baixinho:
- Ela é cega. Mas percebe tudo.
Suzana não sabe se ainda verá aquela criança novamente, mas aquele rostinho iluminado ficou para sempre guardado em sua memória.
Desceu do ônibus com espírito revigorado. Não precisou de presentes para se sentir especial.

Nome: Disiane, Renato e Ruchely. C54

Um Conto de Natal



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A história é simples,
mas comovedora.
Tudo começou porque Mike odiava o Natal.

Claro que não odiava o verdadeiro sentido do Natal,
mas seus aspectos comerciais.
Os gastos excessivos, a corrida frenética na última hora para comprar presentes para alguém da parentela de que se havia esquecido.

Sabendo como ele se sentia,
um certo ano a esposa decidiu deixar de lado as tradicionais camisetas, casacos, gravatas e coisas do gênero.
Procurou algo especial só para Mike.
A inspiração veio de uma forma um tanto incomum.

O filho Kevin, que tinha 12 anos na época, fazia parte da equipe de luta livre da sua escola.
Pouco antes do Natal, houve um campeonato especial contra uma equipe patrocinada por uma associação da parte mais pobre da cidade.
Esses jovens usavam tênis tão velhos que a impressão que passavam é de que a única coisa que os segurava eram os cadarços.
Contrastavam de forma gritante com os outros jovens, vestidos com impecáveis uniformes azuis e dourados e tênis especiais novinhos em folha.

Quando o jogo acabou, a equipe da escola de Kevin tinha arrasado com eles.
Foi então que Mike balançou a cabeça, triste, e falou: queria que pelo menos um deles tivesse ganhado.
Eles têm muito potencial, mas uma derrota dessas pode acabar com o ânimo deles.

Mike adorava crianças.
Todas as crianças.
E as conhecia bem, pois tinha sido técnico de times mirins de futebol, basquete e vôlei.

Foi aí que a esposa teve a idéia.

Naquela tarde, foi a uma loja de artigos esportivos e comprou capacetes de proteção e tênis especiais e enviou, sem se identificar, para a associação que patrocinava aquela equipe.

Na véspera de Natal, deu ao marido um envelope com um bilhete dentro, contando o que tinha feito e que esse era o seu presente para ele.
O mais belo sorriso iluminou o seu rosto naquele Natal.

No ano seguinte, ela comprou ingressos para um jogo de futebol para um grupo de jovens com problemas mentais.

No outro, enviou um cheque para dois irmãos que tinham perdido a casa em um incêndio na semana anterior ao Natal.

O envelope passou a ser o ponto alto do Natal daquela família.

Os filhos deixavam de lado seus brinquedos e ficavam esperando o pai pegar o envelope e revelar o que tinha dentro.

As crianças foram crescendo.
Os brinquedos foram sendo substituídos por presentes mais práticos, mas o envelope nunca perdeu o seu encanto.

Até que no ano passado, Mike morreu.
Chegou a época do Natal e a esposa estava se sentindo muito só.
Triste.
Quase sem esperanças.
Mas, na véspera do Natal, ela preparou o envelope como sempre.

Para sua surpresa, na manhã seguinte, havia mais três envelopes junto dele. Cada um dos filhos, sem um saber do outro, havia colocado um envelope para o pai. ....................................

O verdadeiro espírito do Natal é o amor.
Que nesta época, pelo menos, possamos exercitar nossa capacidade de doação.

Muito além dos presentes, da ceia, do encontro familiar, comemorar o Natal significa viver a mensagem do divino aniversariante, lançada há mais de 2000 anos e que até hoje prossegue ecoando nos corações...

Fonte Mensagens e Poemas
http://mensagensepoemas.uol.com.br/natal/um-conto-de-natal-3.html



Felicidade Clandestina


É um momento sublime vivenciado em um época qualquer de nossas vidas. É um instante mágico vivido em segredo, regados por um forte sentimento de alegria.

É um beijo roubado, um abraço carinhoso, a emoção de ter um amigo e com ele compartilhar as aventuras da vida. NA VERDADE é aquele momento de ansiedade e desespero a espera de algo extremamente assustador e desconhecido que ficará para sempre guardado dentro de nossas mentes, a espera de um ''cutucão'' para despertar.


Nome: Eliéser Eso Machado

Feliz Natal



Nesse Natal...



Nesse Natal se você tem um vizinho pobre, muito pobre, não vá atravessar a cerca
do individualismo, que o separou até agora, nem correr o risco de se atropelar nos espinhos do egoismo, não!
Do lado de cá mesmo ofereça-lhe algum momento de ternura, ajudando-o a amenizar as carências do seu Ano Velho.
Dê-lhe pão, e se você esquecer-se de dizer-lhe Feliz Natal, ele não vai notar, porque a felicidade da mesa farta o fará lembrar-se de Jesus.

Nesse Natal, se você não teve tempo de mandar um cartão de Boas Festas para seus pais velhinhos, não faz mal. Ajoelhe-se, peça perdão a Deus pela péssima conduta de filho e proponha uma ajuda efetiva, de mais conforto, mais atenção e mais presença junto de sua família.
Nesse Natal se ainda lembra de alguém sozinho que um dia você abandonou: seu filho, seu irmão ,seu amigo, seu namorado, não chore de arrependimento, somente vá : a pé, de ônibus de carro, de avião ou pega o telefone e diga-lhe com maior carinho: "Vôcê é muito importante para mim. No Ano Novo estaremos sempre juntos. Feliz Natal!"

Nesse Natal ilumine-se de compreensão, resplandessa de alegria, enfeitre a viida de perdão. Acenda a lâmpada do melhor propósito, dê o abraço amigo aos que o cercam e não tenha medo de sorrir. Afinal de contas, tudo na vida perece, você passa e outros Natais virão , porém a estrada reta ou tortuosa vai em frente e nenhum momento repete-se exatamente igual.

FELIZ NATAL!

Ivone Boechat


Eliane e Simone
Redaçâo II C54

Encomenda Errada

Beto Muniz


Pediu um cachorro pro papai Noel.Enviou cartinha para o pólo norte e teve o zelo de procurar envelope impermeável, apesar do cuidado em utilizar caneta com tinta especial: "sabe-se lá se as cartinhas não ficam úmidas com aquele tantão de neve".Nas vésperas do natal estava feliz, primeira confraternização em seu primeiro emprego. Recepcionista, mas só fazia atender ao telefone: "não importa, todos começam por baixo e vão crescendo". Só ela não crescia, permanecia menina no corpo de mulher, e foi na festa, brindando com os colegas, que descobriu o olhar faminto de Aristeu, cão sem dono.A cartinha chegara intacta às mãos do Papai Noel. Nenhum borrão nas letrinhas redondinhas de menina-moça. Uma pena.


Nomes: Andressa & Fábio

Turma: c54

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Meus pés magicamente me levaram pra perto dos teus
feito ímã, meu nariz seguiu teu cheiro
E como um tsunami me invadiu
Irrigando meu desértico coração
Peço-te que torne-o mais afavel
Continue o que comecei Tens que afagar meus pensamentos
Preciso me tornar abstêmia, você é meu novo vicio
Que as tuas aguas me alimente!!
e que me tragam uma fé que não possuo
Precisas deturpar minha mente
Dando-a mais devaneios
controlando minha venetas
Hidratando meu oásis
chegas-te na hora certa
Ilumine meu tétrico
E faça esquecer o timorato, que tenho sempre em meu pensar
Es meu eletroímã,meu incesto
Sou uma hedonista assumida
E irei levar tuas aguas ao céu dos prazeres
Venha siga meus pés ao magico mundo aguatico das sereias
Correrei ate o mar so parte te encontrar provocarei tempestades pra você me invadir.feito um tsunami me domar.
Arrebatar meu coração alado e o possuir, me leve a mares desconhecidos por onde nunca andei.
Deixarei o brilho do sol me levar a natureza da minha alma sempre foi te encontrar.
Serás sempre meu oásis, meu cobertor.
serás meu palco minha platéia e o lugar onde meu corpo se desfalece todas as noites

Um Conto de Natal

O amor e mais forte que a distância!

Era véspera de Natal era um dia triste, pois os pássaros não contavam, já não havia sol e no coração de Juliana havia uma crescente chegada do Natal.
Juliana perdera os pais quando tinha Cinco anos. Apesar de ser muito pequena Juliana lembrava a imagens dos seus pais.
Juliana vive com seu avo Manuel que a sustenta com sua pensão.
Na véspera do natal Juliana escreve uma carta pedindo ao Papai Noel que no natal consiga rever seus pais nem que seja por apenas um minuto.
Juliana caminha de um lado para a outra ansiosa, seu avo já assustado com o ansiedade de Juliana para ela e pergunta:
Avo de Juliana fala:
_ Juliana, porque está assim o que aflige seu coração.
Juliana responde:
_ Vovô Manuel, está muito perto do natal não está?
Manuel avo de Juliana responde:
_ Sim, falta algumas horas, mas porque o interesse.
Juliana com o coração cheio de alegria responde:
_ Que felicidade, falta algumas horas para rever meus pais.
O avo de Juliana, responde:
_ Juliana minha neta, já lhe expliquei que seus pais não voltam, pois estão junto a Deus.
Juliana convicta responde:
_ Vovô Manuel, o amor que sinto é capaz de morrer os céus e acredito que o pedido que fiz para o papai Noel será realizado.
Manuel desiste de conversar com Juliana e se prepara para a festa de Natal
_ Já eram 11h59min quando algo estranho aconteceu. Na sala de estar ouve um clarão que iluminava tudo, saindo do clarão vinha um Homem e uma Mulher eram os Pais de Juliana.
Manuel sem ação não sabia o que fazer começou a chorar. Juliana corre em direção dos Pais e os abraças
O pai de Juliana, fala:
_ Filha nunca tenha medo, pois o amor que sentimos é mais infinito que a morte.
Juliana os abraça fortes e diz:
_ pai e mãe, eu amo tanto vocês e acredito que tudo será possível revê-los.
O pai de Juliana fala:
_ Pai, cuide de Juliana e saiba que te amo muito.
E aquele foi o melhor Natal da vida de Juliana ficou apenas uma coisa que nunca mais esqueceu que o amor é capaz de milagres.

Edivana e Malu
t: A-43

Quem eu sou...

Quem eu sou

Sou o descanso merecido, depois de horas de trabalho, sou repouso de muitos,

sou objeto mais diferentes do mundo, não me importo de quando peso carrego.

Tenho 4 pernas ,poço ter várias cores,tenho encosto, todo mundo adora ficar em cima de mim pois assim eles descansam,todo mundo me arrasta para onde eles querem,as vezes sobem em cima de mim, tenho estofado de várias cores,tenho várias formas,redonda,quadrada,posso ser feita de ferro e de madeira também, tenho vários tamanhos e posso ter vários pesos,posso ser leve

e também pesada.

Sou bonita de todos os jeitos e muito importa imagina se vocês viveriam sem mim, sou tudo bom sem mim vocês voltariam para a pré – história.


Já adivinhou quem sou? Eu sou a Cadeira.

Nome:Camila de oliveira

Turma:A-43

Uma noite Iluminada

Uma noite Iluminada



Em uma noite de natal iluminada Ana e seu namorado Alex foram na praça de Sapucaia cheia de pessoas conhecendo a praça no centro de Sapucaia do sul.
Ele falaram que na noite de natal as pessoas gostam muito de passear no natal,claro o sentido de natal aspectos de pessoas, que os familiares passam o natal na praia.
Ana e seu namorado convidou seus pais Maria e Raimundo para ir na praia porque as pessoas gostam de ver os foguetes na praia porque e muito bonito la e quando começa os foguete os familiares começam a se abraçar e dizendo muito paz, amor, alegria e felicidade.
Na noite de natal o Alex pediu a permissão para os pais da Ana, Maria e Raimundo em casamento na noite de natal.
Na noite de natal eles ouviram os cantos dos passarinhos que e muito lindo bem no dia que o Alex pediu Ana em casamento, que os passarinhos iluminam eles que sejam muito feliz no seu casamento que eles tem muito futuro pela frente e que tenha muitos filhos.
Nome:Camila de oliveira
Turma:A-43

O Tal do Objeto Secreto





Vario geralmente de entre duas cores, muitas vezes com luzes.
Praticamente, ninguém vive sem mim.
As mais jovens me amam, já as mais velhas tentam resistir, mas muitas vezes se entregam à tentação.
Comigo, todos podem viajar por toda parte do mundo, sem se quer dar um passo da onde esteja com um simples ''click''.
Faço muito bem a todos que saibam me manusear, mas também posso ser muito prejudicial à saúde.



Eu sou o... COMPUTADOR !


Nome: Camila da Silva Brandão.

Turma: A43

Sapucaia do Sul, Novembro de 2009.

Eu Sou... Em uma noite de natal iluminada Ana e seu namorado Alex foram na praça de Sapucaia cheia de pessoas conhecend

Eu Sou


Eu Sou uma pessoa muito legal.

Eu gostaria saber porque as pessoas brigam.

Eu escuto musicas românticas.

Eu quero me casar no fim de dezembro.

Eu sou uma pessoa muito legal.

Eu finjo ser uma pessoa forte mais eu não me acho.

Eu sinto uma pessoa triste e magoada as vezes.

Eu toco em um objeto.

Eu me preocupo com as crianças nas ruas.

Eu choro de alegria as vezes.

Eu sou uma pessoa simpáticas.

Eu compreendo que as pessoas chogam lixo na ruas.

Eu digo amor.

Eu sonho Paz e Amor.

Eu tento ser feliz e não triste.

Eu espero que as pessoas as ajudam as crianças as vezes.

Eu sou verdadeira com as pessoas e não minto nunca.

Nome: Camila de oliveira

Turma: A-43

Descrição de um objeto


É um objeto muito útil, pode ser usado para muitas coisas e tem modelos diferentes.
Ele é bem pequeno, magro, colorido, tem dois anos. Tem um rosto grande, orelhas pequenas, a boca também.
Dependendo do dia e hora a voz muda,
Tem um caráter único, uma personalidade forte, é sempre decidido. Gosto muito dele, ele se tornou uma parte de mim, onde vou ele vai comigo. Nunca me deixa na mão.
Guarda muitas recordações, com ele eu faço contato com as pessoas que não vejo a muito tempo.


Andressa Bitencourt
Turma A43
Professora Andréia Abreu

O Bendito Jornal

Certo dia eu estava em casa tomando um cafezinho, quando minha mãe falou: - Anderson, vá até o mercado comprar o jornal, e eu disse: - Sim mãe, já vou. O dia estava nublado, havia chovido a noite, minha mãe disse: - leve o guarda-chuva, pois pode chover, e disse: - Não, não precisa, e peguei minha bicicleta para ir ao mercado. Durante o caminho, começou uns pingos, mas eu nem liguei. Depois de comprar o bendito jornal, estava voltando para casa, quando derrepente começa a chover bem forte, e eu estava na rua, não tinha como me abrigar em algum lugar, mas o que fazer, já que eu estava na rua, era pra se molhar. Mas o que me fez pensar mesmo, foi na palavra de minha mãe...

Anderson da Silva Oliveira
T: A 43
Redação 1
Prof.(a): Andréia

Eu sou..




Eu sou gremista e sonhadora

Eu gostaria de saber porque o céu é azul?

Eu escuto tudo e mais um pouco

Eu quero ser alguem a quem possam se orgulhar






Eu sou divertida e briguenta

Eu finjo que não existem pessoas crueis

Eu sinto que eu vou realizar meus sonhos

Eu toco o coração de quase todo mundo

Eu me preocupo em ficar sozinha

Eu choro por saudade





Eu sou carente e impulsiva

Eu compreendo que a vida não é facil

Eu digo que te amo

Eu sonho em ver o mundo melhor

Eu tenho amigos que posso contar

Eu espero viver ate uns 200 anos...

Eu sou THAIS ROCHA




Redação

Turma: A 43

Nome: Thais Rocha
Eu sou


Eu sou sincera e divertida

Eu gostaria de saber porque o céu é azul?

Eu escuto tudo e mais um pouco

Eu quero ser feliz pra sempre




Eu sou sincera e divertida

Eu finjo que não existem pessoas arrogantes

Eu sinto que meu amor por ele é verdadeiro

Eu toco o coração de quase todos

Eu me preocupo em perder alguém

Eu choro por coisas fúteis




Eu sou espontanêa e sensível

Eu compreendo que o amor nem sempre é correspondido

Eu digo a verdade

Eu sonho em ver um mundo melhor

Eu tenho família e amigos incríveis

Eu espero que todos meus desejos se realizem

Eu sou Amanda Feijó

Redação
Turma: A 43
Nome: Amanda Feijó

Eu Sou



Eu sou unica e amigavel


Eu Gostaria de Saber o misterio da tua vida


Eu Escuto palavras vãs


Eu Quero ter a pessoa amada


Eu Sou unica e amigavel





Eu Finjo te esquecer


Eu Sinto falta de você


Eu Toco numa superfice sem você


Eu Me Preocupo o que você anda fazendo


Eu Choro sua falta


Eu Sou unica e amigavel








Eu Compreendo sua decisão


Eu Digo que te amo


Eu Sonho com seus beijos


Eu Tenho te esquecer


Eu Espero conseguir


Eu Sou unica e amigavel









Edivana Lehmann
turma: A- 43

Quem sou eu ?


Quem sou eu ?
É um objeto muito útil para as pessoas. Todos nós já usamos. Hoje em dia eu o utilizo em média 4 vezes ao dia, por aproximadamente 40min. Às vezes ele me dá sono, fadiga. Fico muito braba quando o perco. Antigamente, no bairro Cohab-blocos ele era vermelho, hoje ele é cinza e moderno e faz aquele barulho irreconhecível.

Francielle Muniz Alexandre, A43, Nov/09.

A última conversa



Em uma bela tarde de inverno eu estava sentada na praça
quando avistei de longe um jovem casal, de onde eu
me encontrava parecia que eles estavam só conversando,
mas como eu estava muito curiosa, me sentei em um banco
mais perto e vi que na verdade eles estavam discutindo.
A moça chorava muito e o rapaz também.
Consegui escutar algumas frases que eles falavam, o rapaz muito calmo e educado dizia com um jeito doce que não
gostava mais de sua namorada, que o encanto tinha acabado
e que ele sabia que iria se arrepender do que estava
fazendo, a moça perguntou três vezes se ele tinha certeza
do que estava fazendo e ele disse que sim. Eles então se levantaram
e foram embora juntos e eu os acompanhei de longe.
Eles estavam indo por uma rua calma, sem muito movimento,
os dois continuavam a chorar, mas sem trocar uma palavra.
Quando foram atravessar a rua, um carro veio em alta velocidade
e atropelou a jovem moça que faleceu na hora. O rapaz ficou
desesperado e chorando muito pedia perdão a ela e dizia que a amava
e sempre amaria, mas mais nada podia ser feito, só conviver com essa
dor e culpa para o resto da vida!



Andressa Bitencourt

Turma A43

Professora Andréia Abreu

25/11/09