quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Felicidade Clandestina
É poder imaginar que a felicidade esta a um passo da vida real. Felicidade clandestina é quando se mistura a emoção da quilo que sentimos e ouvimos,é lembrar do passado dos momentos tristes que passamos, coisas boas e ruins e ao mesmo tempo felizes. Agora somos adulto a nossa felicidade é viver o
presente e tentar ser feliz no futuro.
Fátima e Lucia
Sara Samira, Renata Schaeffer.
O espírito do NATAL
Num dia de Natal, em São Paulo, num lugar muito pobre, haviam dois irmãos pequeninos, pedindo esmola para comprar alguma coisinha para eles.
Até a hora em que passou um carro por ali, com uma criança dentro, eles pareciam ter muito dinheiro, então o menino disse:
_Ei, mãe de um dinheirinho para estas crianças! Elas parecem estar sem nenhum tustão no bolso para comprar algo!
_Está bem filho!
E então a família ali deixou um dinheirinho, dentro de uma caixinha que estava na rua. A moça querendo admitir ou não, ajudou pessoas no Natal.
Ninguém sabia, nem os meninos, que eles tinham talento para cantar! Então uns três anos depois, eles descobriram. Um belo dia, um homem viu as crianças treinando e perguntou:
_Uau! Vocês dois cantam muito bem! E estão com sorte, porque eu tenho uma rádio e preciso de alguém para atuar lá!
E lá foram com o homem.
E assim, eles fizeram muito sucesso! Mais ou menos dez anos depois, eles ficaram muito ricos, muito mesmo! Chegaram a morar em mansão!
No natal deste ano, uma família muito pobre veio até a mansão deles para pedir um dinheiro para comprar algo para comer. Então as crianças, olharam bem fundo nos olhos deles e disseram:
_Ei, está é a família que nos ajudou a muitos anos atrás, lembra?Vocês ainda lembram-se da gente?
_Sim! - Disse o menino espantado - Quando eramos ricos, me lembro que lhe pedi mãe, que colocasse um dinheiro naquela caixinha!
_É mesmo! - Disse a mãe.
Então os meninos os convidaram-os para entrar e todos ficaram muito felizes, também entenderam o espírito Natalino:
Um ajudar o outro.
FIM!
Grazziele Pergurski
Clandestina Felicidade...
Clandestina Felicidade
Uma felicidade clandestina é observada em simples momentos, não compartilhados, momentos que podem significar uma imensa solidão, mas para quem vive estes momentos são uma imensa felicidade “própria”. Um sentimento único e espontâneo que se manisfestam através de pequenos detalhes, situações que somente a pessoa que esta ali é capaz de intender.
Exemplos de Clandestina Felicidade:
1º Uma criança brincando sozinha; para muitos, uma criança que sente uma solidão por estar brincando sem companhias.
Para criança um mundo imaginário que somente ela consegue transformar em realidade, uma ficção que lhe tras distração e felicidade por estar imaginando “um conto de fadas”.
2º Uma pessoa contemplando o céu; algo bem comum mas que trás uma paz interior imensa.
3º Um hábito de ler (para relaxar); um mergulho em uma fantasia, que mesmo sabendo que pode não ser real gera uma curiosidade para saber o que acontece e acabamos aprendendo a fugir de nosso cotidiano mesmo estando nele.
Felicidade clandestina é isso, é sentir a essência da situação, é vivê-la por completo e se sentir radiante com uma felicidade exclusiva que só vivendo ela para saber o tamanho de sua importância!
Sara Samira e Renata
Clandestina Felicidade
A menina passou a sonhar com o livro. Mal sabia a ingênua menina que a colega queria vingar-se: todos os dias, invariavelmente, ela passava na casa e o livro não aparecia, sob a alegação de que já fora emprestado. Esse suplício durou muito tempo. Até que, certo dia, a mãe da colega cruel interveio na conversa das duas e percebeu a atitude da filha; então, emprestou o livro à sonhadora por tanto tempo quanto desejasse.
NOMES:DISIANE,RENATO E RUCHELY T:C 54
Clandestina Felicidade
Também o exemplo de um adulto que conhece o mar pela primeira vez.
- Simone e Eliane.
Espírito natalino
É apenas um pequeno envelope branco pendurado entre os galhos da nossa árvore de Natal. Não tem nome, não tem identificação, não tem dizeres. Se esconde entre os galhos da nossa árvore ha cerca de dez anos.
Tudo começou porque meu marido Mike odiava o Natal. Claro que não era o verdadeiro sentido do Natal, mas seus aspectos comerciais: gastos excessivos, a corrida frenética na ultima hora para comprar uma gravata para o tio Harry e o talco da vovó, os presentes dados com uma ansiedade desesperada porque não tínhamos conseguido pensar em nada melhor.
Sabendo como ele se sentia, um certo ano decidi deixar de lado as tradicionais camisetas, casacos, gravatas e coisas no gênero. Procurei algo especial só para o Mike. A inspiração veio de uma forma um tanto incomum. Nosso filho Kevin, que tinha 12 anos na época, fazia parte da equipe de luta livre da sua escola.
Pouco antes do Natal, houve um campeonato especial contra uma equipe patrocinada por uma igreja da parte mais pobre da cidade. A equipe era formada, em sua maioria, por negros. Esses jovens, que usavam tênis tão velhos que tínhamos a sensação de que os cadarços eram a única coisa que os segurava, contrastavam de forma gritante com nossos filhos, vestidos com impecáveis uniformes azuis e dourados e tênis especiais novinhos em folha. Quando o jogo começou, fiquei preocupada ao notar que a outra equipe estava lutando sem o capacete de segurança que tinha como intuito proteger os ouvidos dos lutadores. Era um luxo ao qual a equipe dos pés-sujos não podia se dar.
No fim das contas, a equipe da escola do meu filho acabou arrasando eles. Ganharam em todas as categorias de peso. E cada um dos meninos da outra equipe que levantava do tatame se virava com fúria, fazendo pose de valente, procurando mostrar um orgulho de quem não ligava para a derrota.
Mike, que estava sentado ao meu lado, balançou a cabeça, triste: "Queria que pelo menos um deles tivesse ganhado", disse. "Eles têm muito potencial, mas uma derrota dessas pode acabar com o ânimo deles."
Mike adorava crianças - todas as crianças - e as conhecia bem, pois tinha sido técnico de times mirins de futebol, basquete e vôlei. Foi aí que tive uma idéia para o presente dele. Naquela tarde, fui a uma loja de artigos esportivos e comprei capacetes de proteção e tênis especiais que enviei, sem me identificar, à igreja que patrocinava a equipe adversária.
Na véspera de Natal, coloquei o envelope na árvore com um bilhete dentro, contando ao Mike o que tinha feito e que esse era o meu presente para ele. O mais belo sorriso iluminou o seu rosto naquele Natal. Isso se deu em todos os anos consecutivos.
A cada Natal, eu seguia a tradição: uma vez comprei ingressos para um jogo de futebol para um grupo de jovens com problemas mentais, outra vez enviei um cheque para dois irmãos que tinham perdido a casa num incêndio na semana antes do Natal e assim por diante. O envelope passou a ser o ponto alto do nosso Natal. Era sempre o último presente a ser aberto na manhã de Natal. Nossos filhos, deixando de lado seus novos brinquedos, ficavam esperando ansiosamente o pai pegar o
envelope da árvore e revelar o que havia dentro.
As crianças foram crescendo e os brinquedos foram sendo substituídos por presentes mais práticos, mas o envelope nunca perdeu seu encanto. Esse conto não acaba aqui. Perdemos nosso Mike ano passado por causa de um câncer. Quando chegou a época do Natal, eu ainda estava sofrendo tanto que mal consegui montar a árvore. Mas, na véspera de Natal, me vi colocando um envelope na árvore. Na manha seguinte, havia mais três envelopes junto a ele. Cada um de nossos filhos, sem o outro saber, tinha colocado um envelope na árvore para o pai.
A tradição cresceu e, um dia, se expandirá ainda mais e nossos netos se reunirão em volta da árvore, ansiosos para saber o que há no envelope retirado da árvore por seus pais. O espírito de Mike, assim como o espírito do Natal, estará sempre conosco.
Vamos todos lembrar de Jesus, que é o motivo dessa comemoração e o verdadeiro espírito do Natal este ano e sempre. Deus o abençoe.
(Do livro Histórias para Aquecer o Coração, de Jack Canfield)
By Priscila Araujo e Priscila Rodrigues
Dia de Ação de Graças

Divaldo Franco
Muito obrigada Senhor, pelo que me deste, pelo que me dás!Muito obrigada pelo pão, pelo ar, pela paz!
Simplesmente direi:Obrigada Senhor, porque nasci. Obrigada Senhor, porque creio em ti. Pelo teu amor, obrigada Senhor!.
Felicidade clandestina
Clarice era uma menina pobre, vivia com o pai e a mãe doenteEla sofria com as “maldades” de uma coleguinha de classe alta que mesmo sabendo da adoração de Clarice por livros não emprestava os seus à ela.
Para Clarice, a felicidade clandestina eram os momentos em que ficava sozinha com suas pequenas realizações, como quando finalmente conseguiu obter o livro que tanto desejava.Apesar de querê-lo tanto, a menina não teve pressa em lê-lo, pelo contrario ela queria desfrutar vagarosamente aquela conquista tão almejada.
by Priscila Araujo e Priscila Rodrigues
O Espírito de Natal/ Clandestina Felicidade
Alunas: Sara Machado, Renata Schaeffer. Redação 2, Profª Andréia Abreu
Conto de Natal
O espírito do NATAL
Num dia de Natal, em São Paulo, num lugar muito pobre, haviam dois irmãos pequeninos, pedindo esmola para comprar alguma coisinha para eles.
Até a hora em que passou um carro por ali, com uma criança dentro, eles pareciam ter muito dinheiro, então o menino disse:
_Ei, mãe de um dinheirinho para estas crianças! Elas parecem estar sem nenhum tustão no bolso para comprar algo!
_Está bem filho!
E então a família ali deixou um dinheirinho, dentro de uma caixinha que estava na rua. A moça querendo admitir ou não, ajudou pessoas no Natal.
Ninguém sabia, nem os meninos, que eles tinham talento para cantar! Então uns três anos depois, eles descobriram. Um belo dia, um homem viu as crianças treinando e perguntou:
_Uau! Vocês dois cantam muito bem! E estão com sorte, porque eu tenho uma rádio e preciso de alguém para atuar lá!
E lá foram com o homem.
E assim, eles fizeram muito sucesso! Mais ou menos dez anos depois, eles ficaram muito ricos, muito mesmo! Chegaram a morar em mansão!
No natal deste ano, uma família muito pobre veio até a mansão deles para pedir um dinheiro para comprar algo para comer. Então as crianças, olharam bem fundo nos olhos deles e disseram:
_Ei, está é a família que nos ajudou a muitos anos atrás, lembra?Vocês ainda lembram-se da gente?
_Sim! - Disse o menino espantado - Quando eramos ricos, me lembro que lhe pedi mãe, que colocasse um dinheiro naquela caixinha!
_É mesmo! - Disse a mãe.
Então os meninos os convidaram-os para entrar e todos ficaram muito felizes, também entenderam o espírito Natalino:
Um ajudar o outro.
FIM!
Autora: Grazziele Pergurski
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Clandestina Felicidade
Uma felicidade clandestina é observada em simples momentos,não compartilhados,momentos que podem significar uma imensa solidão, mas para quem vive estes momentos são uma imensa felicidade “própria”. Um sentimento único e espontâneo que se manisfestam através de pequenos detalhes, situações que somente a pessoa que esta ali é capaz de intender.
Exemplos de Clandestina Felicidade:
1º Uma criança brincando sozinha; para muitos uma criança que sente uma solidão por estar brincando sem companias.
Para criança um mundo imaginário que somente ela consegue transformar em realidade, uma ficção que lhe tras distração e felicidade por estar imaginando “um conto de fadas”.
2º Uma pessoa contemplando o céu; algo bem comum mas que trás uma paz interior imensa.
3º Um habito de ler (para relaxar); um mergulho em uma fantasia, que mesmo sabendo que pode não ser real gera uma curiosidade para saber o que acontece e acabamos aprendendo a fugir de nosso cotidiano mesmo estando nele.
Felicidade clandestina é isso,é sentir a essência da situação,é vive-la por completo e se sentir radiante,com uma felicidade exclusiva que só vivendo ela para saber o tamanho de sua importância!
Uma Linda História de Natal
Segundo ele, a noite de 24 de dezembro era a mais triste do ano, porque muitas pessoas se davam conta de quão solitárias eram, ou sentiam muito a ausencia da pessoa querida que não esteve presente durante o ano.
Mogo era um homem bom. Tinha uma família, procurava ajudar o próximo,
e era honesto nos negócios. Entretanto, não podia admitir que as pessoas fossem ingênuas a ponto de acreditar que um Deus havia descido à Terra só para consolar os homens. Sendo uma pessoa de princípios, não tinha medo de dizer a todos que o Natal, além de ser mais triste que alegre, também estava baseado numa história irreal - um Deus se transformando em homem.
Como sempre, na véspera da celebração do nascimento de Cristo, sua esposa e seus filhos
se prepararam para ir à igreja. E, como de costume, Mogo resolveu deixá-los ir sozinhos, dizendo:
_ Seria hipócrita da minha parte acompanhá-los. Estarei aqui esperando a volta de vocês.
Quando a família saiu, Mogo sentou-se em sua cadeira preferida, acendeu a lareira, e começou a ler os jornais daquele dia. Entretanto, logo foi distraído por um barulho na sua janela, seguido de outro... e mais outro. Achando que era alguém jogando bolas de neve, Mogo pegou o casaco para sair,
na esperança de dar um susto no intruso. Assim que abriu a porta, notou um bando de pássaros que haviam perdido seu rumo por causa de uma tempestade, e agora tremiam na neve.
Como tinham notado a casa aquecida, tentaram entrar, mas, ao se chocarem contra o vidro, machucaram suas asas, e só poderiam voar de novo quando elas estivessem curadas
"Não posso deixar essas criaturas aqui fora", pensou Mogo. "Como ajuda-las?"
Mogo foi até a porta de sua garagem, abriu-a e acendeu a luz. Os pássaros, porém, não se moveram
"Elas estão com medo", pensou Mogo.
Então, entrou na casa, pegou alguns miolos de pão, e fez uma trilha até a garagem aquecida. Mas a estratégia não deu resultado.
Mogo abriu os braços, tentou conduzi-los com gritos carinhosos, empurrou delicadamente um e outro, mas os pássaros ficaram mais nervosos ainda - começaram a se debater, andando sem direção pela neve e gastando inutilmente o pouco de força que ainda possuíam.
Mogo já não sabia o que faze. Vocês devem estar me achan o uma criatura aterra,
dizer, em voz alta . Será que não entendem que podem confiar em mim? Desesperado gritou:
Se eu tivesse, neste momento, uma chance me transformar em alguns minutos, vocês veriam que eu estou realmente querendo salvá-los! Neste momento, o sino da igreja tocou, anunciando a meia-noite.
Um dos pássaros transformou-se em anjo, e perguntou a Mogo: Agora você entende, por que Deus precisava transformar-se em ser humano? Com os olhos cheios de lágrimas, ajoelhando-se na neve, Mogo respondeu: Perdoai-me anjo. Agora eu entendo que só podemos confiar naqueles que se parecem conosce passam pelas mesmas coisas pelas quais nós passamos.
Hoje, Mogo entende o verdadeiro significado do Natal e, acredita no Deus que, enviou seu filho JESUS, para acreditarmos e confiarmos no Pai Criador. FELIZ Natal!! Certo homem, chamado Mogo, costumava olhar o Natal como uma festa sem o menor sentido.
Segundo ele, a noite de 24 de dezembro era a mais triste do ano, porque muitas pessoas se davam conta de quão solitárias eram, ou sentiam muito a ausencia da pessoa querida que não esteve presente durante o ano. Mogo era um homem bom. Tinha uma família, procurava ajudar o próximo, e era honesto nos negócios. Entretanto, não podia admitir que as pessoas fossem ingênuas a ponto de acreditar que um Deus
havia descido à Terra só para consolar os homens.
Sendo uma pessoa de princípios, não tinha medo de dizer a todos que o Natal, além de ser mais triste que alegre, também estava baseado numa história irreal um Deus se transformando em homem.
Como sempre, na véspera da celebração do nascimento de Cristo, sua esposa e seus filhos se prepararam para ir à igreja. E, como de costume, Mogo resolveu deixá-los ir sozinhos, dizendo:
_ Seria hipócrita da minha parte acompanhá-los.
Estarei aqui esperando a volta de vocês. Quando a família saiu, Mogo sentou-se em sua cadeira preferida,
acendeu a lareira, e começou a ler os jornais daquele dia. Entretanto, logo foi distraído por um barulho na sua janela, seguido de outro... e mais outro.
Achando que era alguém jogando bolas de neve,
Mogo pegou o casaco para sair,
na esperança de dar um susto no intruso.
Assim que abriu a porta,
notou um bando de pássaros que haviam perdido seu rumo
por causa de uma tempestade, e agora tremiam na neve.
Como tinham notado a casa aquecida,
tentaram entrar, mas, ao se chocarem contra o vidro,
machucaram suas asas, e só poderiam voar de novo quando
elas estivessem curadas.
"Não posso deixar essas criaturas aqui fora", pensou Mogo.
"Como ajuda-las?"
Mogo foi até a porta de sua garagem,
abriu-a e acendeu a luz.
Os pássaros, porém, não se moveram.
"Elas estão com medo", pensou Mogo.
Então, entrou na casa, pegou alguns miolos de pão,
e fez uma trilha até a garagem aquecida.
Mas a estratégia não deu resultado.
Mogo abriu os braços,
tentou conduzi-los com gritos carinhosos,
empurrou delicadamente um e outro, mas os pássaros
ficaram mais nervosos ainda - começaram a se debater,
andando sem direção pela neve e gastando inutilmente
o pouco de força que ainda possuíam.
Mogo já não sabia o que fazer.
_ Vocês devem estar me achando uma criatura aterradora
- disse, em voz alta.
_ Será que não entendem que podem confiar em mim?
Desesperado gritou:
_ Se eu tivesse, neste momento,
uma chance de me transformar em pássaro só por alguns
minutos, vocês veriam que eu estou realmente
querendo salvá-los!
Neste momento, o sino da igreja tocou, anunciando a meia-noite.
Um dos pássaros transformou-se em anjo, e perguntou a Mogo:
_ Agora você entende,
por que Deus precisava transformar-se em ser humano?
Com os olhos cheios de lágrimas,
ajoelhando-se na neve, Mogo respondeu:
_ Perdoai-me anjo.
Agora eu entendo que só podemos confiar
naqueles que se parecem conosco e passam pelas mesmas
coisas pelas quais nós passamos.
" Hoje, Mogo entende o verdadeiro significado do Natal, e,
acredita no Deus que, enviou seu filho JESUS, para acreditarmos
e confiarmos no Pai Criador."
FELIZ Natal !! Certo homem, chamado Mogo,
costumava olhar o Natalcomo uma
festa sem o menor sentido.
Segundo ele, a noite de 24 de dezembro
era a mais triste do ano, porque muitas pessoas
se davam conta de quão solitárias eram,
ou sentiam muito a ausencia da pessoa querida
que não esteve presente durante o ano.
Mogo era um homem bom.
Tinha uma família, procurava ajudar o próximo,
e era honesto nos negócios.
Entretanto, não podia admitir que as pessoas
fossem ingênuas a ponto de acreditar que um Deus
havia descido à Terra só para consolar os homens.
Sendo uma pessoa de princípios,
não tinha medo de dizer a todos que o Natal,
além de ser mais triste que alegre,
também estava baseado numa história irreal
- um Deus se transformando em homem.
Como sempre, na véspera da celebração
do nascimento de Cristo, sua esposa e seus filhos
se prepararam para ir à igreja.
E, como de costume,
Mogo resolveu deixá-los ir sozinhos, dizendo:
_ Seria hipócrita da minha parte acompanhá-los.
Estarei aqui esperando a volta de vocês.
Quando a família saiu,
Mogo sentou-se em sua cadeira preferida,
acendeu a lareira, e começou a ler os jornais daquele dia.
Entretanto, logo foi distraído por um barulho na sua janela,
seguido de outro... e mais outro.
Achando que era alguém jogando bolas de neve,
Mogo pegou o casaco para sair,
na esperança de dar um susto no intruso.
Assim que abriu a porta,
notou um bando de pássaros que haviam perdido seu rumo
por causa de uma tempestade, e agora tremiam na neve.
Como tinham notado a casa aquecida,
tentaram entrar, mas, ao se chocarem contra o vidro,
machucaram suas asas, e só poderiam voar de novo quando
elas estivessem curadas.
"Não posso deixar essas criaturas aqui fora", pensou Mogo.
"Como ajuda-las?"
Mogo foi até a porta de sua garagem,
abriu-a e acendeu a luz.
Os pássaros, porém, não se moveram.
"Elas estão com medo", pensou Mogo.
Então, entrou na casa, pegou alguns miolos de pão,
e fez uma trilha até a garagem aquecida.
Mas a estratégia não deu resultado.
Mogo abriu os braços,
tentou conduzi-los com gritos carinhosos,
empurrou delicadamente um e outro, mas os pássaros
ficaram mais nervosos ainda - começaram a se debater,
andando sem direção pela neve e gastando inutilmente
o pouco de força que ainda possuíam.
Mogo já não sabia o que fazer.
_ Vocês devem estar me achando uma criatura aterradora
- disse, em voz alta.
_ Será que não entendem que podem confiar em mim?
Desesperado gritou:
_ Se eu tivesse, neste momento,
uma chance de me transformar em pássaro só por alguns
minutos, vocês veriam que eu estou realmente
querendo salvá-los!
Neste momento, o sino da igreja tocou, anunciando a meia-noite.
Um dos pássaros transformou-se em anjo, e perguntou a Mogo:
_ Agora você entende,
por que Deus precisava transformar-se em ser humano?
Com os olhos cheios de lágrimas,
ajoelhando-se na neve, Mogo respondeu:
_ Perdoai-me anjo.
Agora eu entendo que só podemos confiar
naqueles que se parecem conosco e passam pelas mesmas
coisas pelas quais nós passamos.
" Hoje, Mogo entende o verdadeiro significado do Natal, e,
acredita no Deus que, enviou seu filho JESUS, para acreditarmos
e confiarmos no Pai Criador."
FELIZ Natal!!
Uma noite especial
Em uma noite de natal, Suzana estava trabalhando horas antes da meia noite e se sentia muito sozinha, queria estar junto da família. No final do expediente, ao pegar o ônibus , Suzana deparou-se com um jovem casal acompanhado de cinco crianças. A mais velha deveria ter uns dez anos e a mais nova, um bebezinho de colo. Aparentavam ser muito pobres. AS crianças traziam nas mãos brinquedos embalados em sacos de plástico transparente e pai segurava um cesta básica embalada em papel celofane.
Nisso uma menininha de aproximadamente cinco anos, virou-se em minha direção e perguntou-me qual era meu nome. Aos poucos foram conversando sobre o natal e a criança lhe perguntou:
- Sabia que hoje é Natal?
- ... é mesmo?
- É sim! É a festa de Jesus!
- Quem é Jesus? - Suzana fingiu não saber
- É aquele moço bonzinho que mora no céu! - e a criança apontou o dedinho para o alto.
Naturalmente a criança mudou de assunto:
- Sabia que as nuvens são branquinhas da cor de algodão?
- Sabia.
- Qual é a cor da sua roupa?
- Vermelha...
- Ah, da cor do tomate.
A mãe olha para traz, pisca o olho para Suzana e fala baixinho:
- Ela é cega. Mas percebe tudo.
Suzana não sabe se ainda verá aquela criança novamente, mas aquele rostinho iluminado ficou para sempre guardado em sua memória.
Desceu do ônibus com espírito revigorado. Não precisou de presentes para se sentir especial.
Nome: Disiane, Renato e Ruchely. C54
Um Conto de Natal

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mas comovedora.
Tudo começou porque Mike odiava o Natal.
Claro que não odiava o verdadeiro sentido do Natal,
mas seus aspectos comerciais.
Os gastos excessivos, a corrida frenética na última hora para comprar presentes para alguém da parentela de que se havia esquecido.
Sabendo como ele se sentia,
um certo ano a esposa decidiu deixar de lado as tradicionais camisetas, casacos, gravatas e coisas do gênero.
Procurou algo especial só para Mike.
A inspiração veio de uma forma um tanto incomum.
O filho Kevin, que tinha 12 anos na época, fazia parte da equipe de luta livre da sua escola.
Pouco antes do Natal, houve um campeonato especial contra uma equipe patrocinada por uma associação da parte mais pobre da cidade.
Esses jovens usavam tênis tão velhos que a impressão que passavam é de que a única coisa que os segurava eram os cadarços.
Contrastavam de forma gritante com os outros jovens, vestidos com impecáveis uniformes azuis e dourados e tênis especiais novinhos em folha.
Quando o jogo acabou, a equipe da escola de Kevin tinha arrasado com eles.
Foi então que Mike balançou a cabeça, triste, e falou: queria que pelo menos um deles tivesse ganhado.
Eles têm muito potencial, mas uma derrota dessas pode acabar com o ânimo deles.
Mike adorava crianças.
Todas as crianças.
E as conhecia bem, pois tinha sido técnico de times mirins de futebol, basquete e vôlei.
Foi aí que a esposa teve a idéia.
Naquela tarde, foi a uma loja de artigos esportivos e comprou capacetes de proteção e tênis especiais e enviou, sem se identificar, para a associação que patrocinava aquela equipe.
Na véspera de Natal, deu ao marido um envelope com um bilhete dentro, contando o que tinha feito e que esse era o seu presente para ele.
O mais belo sorriso iluminou o seu rosto naquele Natal.
No ano seguinte, ela comprou ingressos para um jogo de futebol para um grupo de jovens com problemas mentais.
No outro, enviou um cheque para dois irmãos que tinham perdido a casa em um incêndio na semana anterior ao Natal.
O envelope passou a ser o ponto alto do Natal daquela família.
Os filhos deixavam de lado seus brinquedos e ficavam esperando o pai pegar o envelope e revelar o que tinha dentro.
As crianças foram crescendo.
Os brinquedos foram sendo substituídos por presentes mais práticos, mas o envelope nunca perdeu o seu encanto.
Até que no ano passado, Mike morreu.
Chegou a época do Natal e a esposa estava se sentindo muito só.
Triste.
Quase sem esperanças.
Mas, na véspera do Natal, ela preparou o envelope como sempre.
Para sua surpresa, na manhã seguinte, havia mais três envelopes junto dele. Cada um dos filhos, sem um saber do outro, havia colocado um envelope para o pai. ....................................
O verdadeiro espírito do Natal é o amor.
Que nesta época, pelo menos, possamos exercitar nossa capacidade de doação.
Muito além dos presentes, da ceia, do encontro familiar, comemorar o Natal significa viver a mensagem do divino aniversariante, lançada há mais de 2000 anos e que até hoje prossegue ecoando nos corações...
Fonte Mensagens e Poemas
http://mensagensepoemas.uol.com.br/natal/um-conto-de-natal-3.html
Felicidade Clandestina
É um momento sublime vivenciado em um época qualquer de nossas vidas. É um instante mágico vivido em segredo, regados por um forte sentimento de alegria.
É um beijo roubado, um abraço carinhoso, a emoção de ter um amigo e com ele compartilhar as aventuras da vida. NA VERDADE é aquele momento de ansiedade e desespero a espera de algo extremamente assustador e desconhecido que ficará para sempre guardado dentro de nossas mentes, a espera de um ''cutucão'' para despertar.
Feliz Natal

Nesse Natal...
do individualismo, que o separou até agora, nem correr o risco de se atropelar nos espinhos do egoismo, não!
Do lado de cá mesmo ofereça-lhe algum momento de ternura, ajudando-o a amenizar as carências do seu Ano Velho.
Dê-lhe pão, e se você esquecer-se de dizer-lhe Feliz Natal, ele não vai notar, porque a felicidade da mesa farta o fará lembrar-se de Jesus.
Nesse Natal se ainda lembra de alguém sozinho que um dia você abandonou: seu filho, seu irmão ,seu amigo, seu namorado, não chore de arrependimento, somente vá : a pé, de ônibus de carro, de avião ou pega o telefone e diga-lhe com maior carinho: "Vôcê é muito importante para mim. No Ano Novo estaremos sempre juntos. Feliz Natal!"
Ivone Boechat
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quarta-feira, 25 de novembro de 2009
feito ímã, meu nariz seguiu teu cheiro
E como um tsunami me invadiu
Irrigando meu desértico coração
Peço-te que torne-o mais afavel
Continue o que comecei Tens que afagar meus pensamentos
Preciso me tornar abstêmia, você é meu novo vicio
Que as tuas aguas me alimente!!
e que me tragam uma fé que não possuo
Precisas deturpar minha mente
Dando-a mais devaneios
controlando minha venetas
Hidratando meu oásis
chegas-te na hora certa
Ilumine meu tétrico
E faça esquecer o timorato, que tenho sempre em meu pensar
Es meu eletroímã,meu incesto
Sou uma hedonista assumida
E irei levar tuas aguas ao céu dos prazeres
Venha siga meus pés ao magico mundo aguatico das sereias
Correrei ate o mar so parte te encontrar provocarei tempestades pra você me invadir.feito um tsunami me domar.
Arrebatar meu coração alado e o possuir, me leve a mares desconhecidos por onde nunca andei.
Deixarei o brilho do sol me levar a natureza da minha alma sempre foi te encontrar.
Serás sempre meu oásis, meu cobertor.
serás meu palco minha platéia e o lugar onde meu corpo se desfalece todas as noites
Um Conto de Natal
Era véspera de Natal era um dia triste, pois os pássaros não contavam, já não havia sol e no coração de Juliana havia uma crescente chegada do Natal.
Juliana perdera os pais quando tinha Cinco anos. Apesar de ser muito pequena Juliana lembrava a imagens dos seus pais.
Juliana vive com seu avo Manuel que a sustenta com sua pensão.
Na véspera do natal Juliana escreve uma carta pedindo ao Papai Noel que no natal consiga rever seus pais nem que seja por apenas um minuto.
Juliana caminha de um lado para a outra ansiosa, seu avo já assustado com o ansiedade de Juliana para ela e pergunta:
Avo de Juliana fala:
_ Juliana, porque está assim o que aflige seu coração.
Juliana responde:
_ Vovô Manuel, está muito perto do natal não está?
Manuel avo de Juliana responde:
_ Sim, falta algumas horas, mas porque o interesse.
Juliana com o coração cheio de alegria responde:
_ Que felicidade, falta algumas horas para rever meus pais.
O avo de Juliana, responde:
_ Juliana minha neta, já lhe expliquei que seus pais não voltam, pois estão junto a Deus.
Juliana convicta responde:
_ Vovô Manuel, o amor que sinto é capaz de morrer os céus e acredito que o pedido que fiz para o papai Noel será realizado.
Manuel desiste de conversar com Juliana e se prepara para a festa de Natal
_ Já eram 11h59min quando algo estranho aconteceu. Na sala de estar ouve um clarão que iluminava tudo, saindo do clarão vinha um Homem e uma Mulher eram os Pais de Juliana.
Manuel sem ação não sabia o que fazer começou a chorar. Juliana corre em direção dos Pais e os abraças
O pai de Juliana, fala:
_ Filha nunca tenha medo, pois o amor que sentimos é mais infinito que a morte.
Juliana os abraça fortes e diz:
_ pai e mãe, eu amo tanto vocês e acredito que tudo será possível revê-los.
O pai de Juliana fala:
_ Pai, cuide de Juliana e saiba que te amo muito.
E aquele foi o melhor Natal da vida de Juliana ficou apenas uma coisa que nunca mais esqueceu que o amor é capaz de milagres.
Edivana e Malu
t: A-43
Quem eu sou...
Quem eu sou
Sou o descanso merecido, depois de horas de trabalho, sou repouso de muitos,
sou objeto mais diferentes do mundo, não me importo de quando peso carrego.
Tenho 4 pernas ,poço ter várias cores,tenho encosto, todo mundo adora ficar em cima de mim pois assim eles descansam,todo mundo me arrasta para onde eles querem,as vezes sobem em cima de mim, tenho estofado de várias cores,tenho várias formas,redonda,quadrada,posso ser feita de ferro e de madeira também, tenho vários tamanhos e posso ter vários pesos,posso ser leve
e também pesada.
Sou bonita de todos os jeitos e muito importa imagina se vocês viveriam sem mim, sou tudo bom sem mim vocês voltariam para a pré – história.
Já adivinhou quem sou? Eu sou a Cadeira.
Nome:Camila de oliveira
Turma:A-43
Uma noite Iluminada
Em uma noite de natal iluminada Ana e seu namorado Alex foram na praça de Sapucaia cheia de pessoas conhecendo a praça no centro de Sapucaia do sul.
Ele falaram que na noite de natal as pessoas gostam muito de passear no natal,claro o sentido de natal aspectos de pessoas, que os familiares passam o natal na praia.
Ana e seu namorado convidou seus pais Maria e Raimundo para ir na praia porque as pessoas gostam de ver os foguetes na praia porque e muito bonito la e quando começa os foguete os familiares começam a se abraçar e dizendo muito paz, amor, alegria e felicidade.
Na noite de natal o Alex pediu a permissão para os pais da Ana, Maria e Raimundo em casamento na noite de natal.
Na noite de natal eles ouviram os cantos dos passarinhos que e muito lindo bem no dia que o Alex pediu Ana em casamento, que os passarinhos iluminam eles que sejam muito feliz no seu casamento que eles tem muito futuro pela frente e que tenha muitos filhos.
Nome:Camila de oliveira
Turma:A-43
O Tal do Objeto Secreto

Nome: Camila da Silva Brandão.
Eu Sou... Em uma noite de natal iluminada Ana e seu namorado Alex foram na praça de Sapucaia cheia de pessoas conhecend
Eu Sou
Eu Sou uma pessoa muito legal.
Eu gostaria saber porque as pessoas brigam.
Eu escuto musicas românticas.
Eu quero me casar no fim de dezembro.
Eu sou uma pessoa muito legal.
Eu finjo ser uma pessoa forte mais eu não me acho.
Eu sinto uma pessoa triste e magoada as vezes.
Eu toco em um objeto.
Eu me preocupo com as crianças nas ruas.
Eu choro de alegria as vezes.
Eu sou uma pessoa simpáticas.
Eu compreendo que as pessoas chogam lixo na ruas.
Eu digo amor.
Eu sonho Paz e Amor.
Eu tento ser feliz e não triste.
Eu espero que as pessoas as ajudam as crianças as vezes.
Eu sou verdadeira com as pessoas e não minto nunca.
Nome: Camila de oliveira
Turma: A-43
Descrição de um objeto

Tem um caráter único, uma personalidade forte, é sempre decidido. Gosto muito dele, ele se tornou uma parte de mim, onde vou ele vai comigo. Nunca me deixa na mão.

Anderson da Silva Oliveira
T: A 43
Redação 1
Prof.(a): Andréia

Eu Sou

Eu sou unica e amigavel
Eu Gostaria de Saber o misterio da tua vida
Eu Escuto palavras vãs
Eu Quero ter a pessoa amada
Eu Sou unica e amigavel
Eu Finjo te esquecer
Eu Sinto falta de você
Eu Toco numa superfice sem você
Eu Me Preocupo o que você anda fazendo
Eu Choro sua falta
Eu Sou unica e amigavel
Eu Compreendo sua decisão
Eu Digo que te amo
Eu Sonho com seus beijos
Eu Tenho te esquecer
Eu Espero conseguir
Eu Sou unica e amigavel
Edivana Lehmann
turma: A- 43
Quem sou eu ?

Francielle Muniz Alexandre, A43, Nov/09.
A última conversa

Turma A43
Professora Andréia Abreu
25/11/09