quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Minha História














 O engraçado da minha historia é que conheci alguem que te mais medo que eu. É algo tão comun, para se ter medo. Mas que doi se você não souber lidar, temos medo de amar....
Imagine você duas pessoas apaixonadas que volta e meia ,quase a cada segundo falam uma da outra quando estão longe. E se negam a dar o graço a torcer. A historia começou um tanto complicada pra mim, sei que vão achar isto.Entre outras PEQUENAS confusões na minha cabeça e na minha vida. Eu digamos 'conheci ' ele na festa de dispedida de um amigo nosso.Ele sempre morou na mesma rua eu so não falava com ele.A partir da festa eu comecei a gostar dele e acho que ele tambem sentiu a mesma coisa.Esse é o bom de ter amigos em comum, é melhor de saber aquelas informações que temos curiosiade de saber, mas não de perguntar para a pessoa.
Depois desse dia ele voltou mais duas vezes ficou tão pouco tempo mas tanta coisa aconteceu. E nesses três meses exatamente hoje aconteceram muitas coisas.
 Entre nossos amigos agimos normal igual a antes, mas eles sabem que estamos...Enfim. E acabei percebendo que quando estamos com eles nos evitamos, ficamos dando "cortes" um no outro, mutuo.Notamos isso.
O complicado é certos atos que tomamos e encenamos justamente pra fugir do amor mostrando assim os  sentimentos que escondemos. Como o fato de ele ter me tido: " Eu nunca me emportei pro que a guria que eu estivesse ficando tinha feito antes era so ficar mesmo, mas contigo eu não sei ...Não gostei que saiu com a Marina. Eu me emportei guriazinha"
Em outro dia ele mesmo disse:"Será que não fazemos isso porque não queremos admitir que estamos nos apegando, porque ficamos dando "cortes"  um no outro sempre"
E eu lhe  disse:
-Você notou que é sempre quando estamos na rua....
 Porque sempre ficamos de bem quando estamos a sós.Outro meio louca de mostrar, quer disser evitar a paixão.Para uma cabeçinha confusa como a minha ele simplismente invadir meus dias solitarios em casa. Se apossar do meu sofá, dividir minha escova de dentes...
E ser estranhamente pareceido comigo, não será facil correr contra a maré dessa vez.
Estamos quites,ele cuidou de mim quando bebi demais e foi a minha vez domingo.Confesso que neste dia ele me falou coisas desnecessarias eu disse que não ficaria brava com ele no outro dia ate porque eu não consigo(segredo). Mas não o  compreendi quando me disse:"Eu vim certo de que não ia ficar contigo,mas eu falo uma coisas e faço outra..
Eu não entendendo aonde isso ia dar e brava pela repeteição disse:
 -Tá é só não ficar, deu... 
Ele completa:"Esse é o problema eu gosto de estar contigo, é que eu não confio em ti desde o dia que saiu com a Marina" 
-Se for por isso eu tambem não confio em você.
Somos desconfiados por natureza, e ele tem um jeito repetitivo de tentar saber a verdade.mesmo já tendo a dita.Estou acostumada, minha mãe e assim...
De certa forma essa será minha primeira Historia sem final, tenho tempo pra termina-la...
O fato é que sempre achamos mais facil lidar com o que podemos controlar, e quando algo nos faz perder esse controle tentamos fugir, não a fugas para o amor ele não obedece essa regra.
Não obecece suas regras, ou meios de escapar dele.
Então posso dizer que tem a uma primeira vez pra tudo e  pela primeira vez não soube o que dizer.
nestas horas sempre me lembro da musica da Cassia Eller "Eu sou poeta e não aprendi a amar....
Uma hora eu não vou mais fugir, o problema é que temo esta hora estar proxima..   

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Pense, imagine e viaje!

Era uma vez dois amigos, o Pilão e o Juca.Os dois tinham oito anos ,Pilão era magro, muito magro, e bastante alto para sua idade, vivia sorrindo e tinha uma imaginação muito fértil. Já o Juca, era baixinho e roliço, mas também não deixava a desejar quando o assunto era inventar uma estória e viajar na sua imaginação. Juca e Pilão eram vizinhos e viviam juntos, quando não iam um na casa do outro, se encontravam na escola, no clube ou no futebol.
Mas apesar da pouca idade, esses dois tinham muitas historias para contar de suas aventuras imaginárias. Os dois amigos tinham até um ritual secreto, eles sentavam, cruzavam as pernas e davam as mãos, ai então entravam na ilha da imaginação, onde tudo era possível, só precisava imaginar.
Agora que você já conhece o Juca e o Pilão, e como eles faziam para entrar na ilha, vou lhe contar uma dessas aventuras, vivida em uma dessas viagens imaginárias.
Aconteceu da seguinte forma:
Pilão na noite anterior, sonhou que o Papai-Noel havia se atrasado para entregar os presentes, então acordou intrigado e pensou:
- Nossa, e se isso realmente for verdade?
-E se esse sonho for um aviso?
-Eu tenho que fazer algo!
Foi aí que teve a excelente ideia de falar com Juca e convida-lo para ir até o Polo Norte e ajudar o velho Noel.
Após contar para Juca, que topou na mesma hora, foram para ilha da imaginação e de lá pegaram um voo sem escalas direto para a cidade do natal.
Chegando lá, viram que realmente havia algo de errado, então perguntaram para uma rena:
-O que aconteceu que o trenó ainda não levantou voo para entregar os presentes?
A rena respondeu:
-É que o Papai-Noel está com uma dor de barriga daquelas!
e Juca retrucou:
-Ô dia para o Papai-Noel inventar de ter uma dor de barriga eim!
Neste exato momento Pilão teve a certeza de que precisava ajudar, foi então que Juca deu a ideia:
- Vamos nos vestir de Noel e pedir um manual ao velho Noel, para que possamos entregar certo os presentes.
-Excelente ideia, disse Pilão.
Eles conversaram com o Noel, e pediram autorização para fazer a operação urgência de natal.
O Noel autorizou, estava tudo certo para o voo, só faltava uma coisa, pedir o tal manual de entrega.
Juca chegou mais perto pegou na mão do velho, e perguntou:
-Como faremos para dar a volta ao mundo, entregar todos esses presentes certos, e tudo isso em apenas quatro horas?
Foi então que o velho Noel, com um singelo sorriso no rosto, disse sábias palavras que os meninos se lembram até hoje:
-Acreditem na magia do natal, na força de suas imaginações, e deixem que seus corações lhes guiem para o caminho certo.
Juca respondeu:
-Mas como?
Então Noel disse:
-Vocês saberão na hora certa, afinal de contas, não foi assim que chegaram até aqui?
A meia noite chegou, e mais da metade dos presentes ainda não tinham sido entregues, eles pousaram o trenó em telhado qualquer , juca chorando muito e Pilão com um ar de decepção, se abrassaram e disseram:
-E agora o que vamos fazer?
Foi então que o Papai-Noel apareceu, e apontou para uma janela umilde e singela, onde podia se ver uma linda família, todos abraçados, e disse:
- Meninos vejam, esse é o verdadeiro sentido do natal. O espírito
de união, paz e muito amor entre os povos. Agore voltem para suas casas, vão festejar o natal com suas famílias, que eu termino de entregar os presentes.
Mais uma vez Pilão não se conteve e perguntou:
-Mas como se já é meia noite?
O velho Noel mais uma vez com um leve sorriso irônico respondeu:
- Você ainda duvida do que um toque de imaginação pode fazer?

Luiz Fabrício Madrid, A-43.

ACONTECERAM MAIS DE UMA VEZ

ACONTECERAM MAIS DE UMA VEZ

     Muitas histórias iniciam-se por era uma vez, A minha, porém, inicia-se com aconteceram mais de uma vez. Aconteceram mais de uma vez as brigas dos apaixonados, como aconteceram mais de uma reconciliação, até parece brincadeira mas não é.
    Numa cidadizinha, ao Norte da Ítalia, Isabella vivia a sonhar em descobrir os mistérios que o mundo oferecia. Quando completou 18 anos, ela decidiu sair, viajar,conhecer o que havia fora da redoma de vidro que era sua vida, porque passara a vida toda aprisonada em sua mediocre vida, Isabella cuidara a vida toda de seus irmão, filhos de seu Pai com sua Madrasta Edna. Ela sempre sofrera maus tratos de sua madrasta,e por seu pai não saber nunca a defendeu. Por isso, em uma bela noite, Isabella resolve fugir, para algum lugar onde poderia ser feliz.
    Isabella pensava, no seu secreto pensamento, que tinha direito de ser feliz, então ela sai sorrateiramente de sua cama, pegou  suas malas e saiu.Chegando no aeroporto ela embarcou  no avião que viria para o Brasil.
Ela chega ao Brasil e se depara com uma cidade linda, simplesmente fantástica. Isabella não conhece ninguém, nem fala bem o portugues, por isso se torna alvo fácil dos ladrões.
Isabella é roubada, perde todas suas econômias, então começa a chorar desesperada por socorro.
Gabriel um jovem rapaz, vendo o estado de Isabella lhe oferece ajuda, ela lhe conta o que acontaceu e ele leva ela para a pensão de sua mãe, a qual, recebe Isabella com todo amor e carinho. 
Isabella começa a trabalhar na pensão e acaba aproximando-se cada vez mais de Gabriel, a qual, declara seu amor por ela. Os dois começam a namorar Isabella está perdidamente apaixonada por ele.
Isabella entrega-se a Gabriel por amor. Porém, na vida nem tudo é um mar de rosas, os dois brigam e Gabriel manda Isabella embora. Isabella não sabe o que fazer, então decide voltar para seu país.
O que Isabella não sabia, que tinha ficado o fruto desse amor.Quando Isabella descobre que esta gravida, fica desesperada, chegando a ser renegada por sua famila. Já Gabriel que tinha ficado no Brasil, não suportava mais a ausência de Isabella, estava definhando aos poucos por causa deste amor.
Então, decide viajar para Itália e procurar Isabella no endereço que uma vez ela mencionou.
Gabriel chega no endereço e chama por Isabella, que assistia tudo pela janela, o pai de Isabella tenta expulsa-lo, mas Gabriel não desiste, e fala que ama Isabella, e que sem ela prefere a morte.Vendo tudo Isabella corre e sai em direção de Gabriel e confessa-lhe que o ama e que esta gravida, Gabriel começou a chorar e lhe pediu desculpas.

Os dois reconcilham-se e finalmente vivem o chamado "FINAL FELIZ'', Pelo menos até a proxima briga.  




NOMES: MALU, EDIVANA
TURMA: A-43



Uma festa no céu

                     Uma festa no céu
       
          Em uma certa manhã, todos os animais da floresta receberam um convite para uma festa que ocorreria à tarde.O Macaco perguntou:
- Quem mandou esse convite?

 O Elefante respondeu:
- Acredito que foi o rei da floresta.
 A Cobra concordou com Elefante.
 Os passáros perguntaram:
- Nós iremos à festa?
 Todos os animais decidiram ir à festa.
Na festa,  todos se divertiam quando descobriram quem era  o anfitrião da festa.Então a girafa aparece, e no ar fica o espanto de todos os animais que nem imaginavam que uma girafa poderia ser um  grande anfitriã.
 Todos se divertiram até o  amanhecer. No final da festa, agradeceram o convite à Dona Girafa e,em seguida foram para suas casas.


Nomes:Camila de oliveira,Merediane.
Turma:A-43

Amor bandido


Amor bandido

Essa é uma historia real de duas pessoas que se gostam, mas que não podem viver esse amor.


Tudo começou numa tarde ensolarada em uma praça, os dois já se conheciam, pois Ana, nossa personagem principal, era amiga da esposa do Maicon. Eles sempre trocaram olhares mas nada demais.


Nesse dia, os dois não resistiram e ficaram pela primeira vez. Ana ficou se sentindo culpada, falsa, disse que nunca mais ficaria com o Maicon, mas isso não aconteceu. Eles continuaram ficando e ficando até que um dia Maicon foi preso. Ele é um homem bom, mas gosta da vida fácil.
Ana ficou muito triste, mas ao mesmo tempo feliz, pois desse jeito não poderia mais trair sua amiga. Mas, as coisas não aconteceram do jeito que Ana esperava. Ana estava completamente apaixonada por Maicon e ele também estava apaixonado por ela. Sua esposa sempre ia visitá-lo na prisão. Ana sempre teve esta vontade de ir ate lá ver como ele estava, matar a saudade, mas sabia que nunca poderia. Eles sempre conversavam por telefone.


Um dia, uma garota, que sabia do romance proibido de Ana e Maicon, contou à Jéssica (esposa do Maicon) sobre essa traição. Jéssica ficou com muita raiva e começou a ligar toda hora para o celular de Ana com número privado e via que sempre estava ocupado quando o do Maicon estava ocupado. Jéssica começou a ameaçar Ana:


- Ana, se você não esquecer o meu marido eu vou te matar. Você sabe que eu mato mesmo.
- Jessica você esta ficando louca, eu não corro atrás do Maicon eu não falo com ele.
-Então está bom Ana vou acreditar em sua amizade.


Depois desta conversa na mesma semana Jéssica foi até a casa de Ana na madrugada e começou a ligar para o seu celular e dizia muitas coisas maldosas, ameaçava-a, batia com uma madeira na janela, nas paredes do quarto de Ana.


Passaram algumas semanas e Ana disse para Maicon  que nunca mais ligar para ela, esquecer o numero de seu celular, esquecer que um dia eles foram mais do que conhecidos.

Ana estava decidida a parar com essa loucura, mas ao mesmo tempo em que ela queria terminar com tudo isso, ela sentia o seu amor crescer mais e mais por ele.

Passaram-se mais algumas semanas e Ana nunca mais atendeu as ligações de Maicon. Ana não aguentava mais esse sofrimento, angústia, pressão e resolveu contar toda a verdade para Jéssica. Ana foi à casa de Jéssica e começou a falar


- Jéssica eu vim até aqui contar toda a verdade sobre o Maicon.
- Então conta Ana!
- Eu fiquei com o Maicon, estou arrependida, mas eu não posso voltar atrás e mudar tudo.
- Ana como você pode fazer isso comigo, porque você nunca me contou quando eu te perguntava?
- Eu sentia vergonha, medo.
- Mas você era minha amiga, como pode fazer isso?
- Não sei, mas você sabe que a carne é fraca.
- Tudo bem Ana, agora eu espero que tudo isso acabe aqui.
- Vou tentar Jéssica.


Depois desta conversa, Jéssica ligou para Maicon e perguntou se era verdade e ele disse-lhe que não, que era tudo mentira. Mas Jéssica não acreditou. Jéssica reatou com Maicon.
Ela foi fazer comida para levar para ele na visita da prisão.


Maicon ligou para todas as amigas de Ana mandando darem um recado para ela que ele iria matá-la.
Depois disso Ana ficou com muito medo, não queria mais sair para rua. Passaram-se alguns dias e a amiga de Ana estava falando com seu namorado que também está preso. E está na mesma cela que Maicon, quando escutou alguém perguntando por Ana. Ana pegou o telefone e começou a falar com Antônio e ele perguntou-lhe  por que Ana não atendia mais aos telefonemas de Maicon.  Ana disse-lhe que era porque estava com medo e achava que ele iria xingá-la. Ele disse-lhe que não iria xingá-la, porque gostava muito de Ana.


Essa história por enquanto acaba aqui, mas eu sei que esse amor proibido, separado por um casamento e uma grade, ainda vai ter continuação.


Nome: Andressa Bitencourt
Turma: A43
09.12.09
    A Inteligência do Meu Cachorrinho...

    Foi em um certo dia, por volta das 14:00h da tarde, eu estava em minha casa olhando televisão, sentado na sala.

    Eu tenho um  cachorrinho da raça pincher ele está sempre dentro de casa, pois não sai pra rua, porisso ele está sempre limpinho.

    Foi naquele dia, ele estava brincando na cozinha junto com sua amiguinha, uma outra cachorrinha, ele estava quietinho, e não estava fazendo barulho.

    O meu cachorrinho quando está com cede, pede água de uma forma diferente e engraçada. Toda vez que ele está com cede, ele pega o seu pratinho de água com a boca, e joga no meio da casa, mas naquele dia ele estava brincando, e eu pensei que tinha água em seu pratinho.

    Eu estava bem empolgado olhando televisão, então nem me liguei com o cachorrinho. Derrepente eu ouvi uns barulhos, e era do seu pratinho, mas eu nem liguei, pois estava olhando televisão, quando derrepente...
o meu cachorrinho aparece na sala com o pratinho na boca, e o que ele fez?
atirou o prato nos meus pés. Quando vi, não acreditei no que estava vendo, e pensei na inteligência do cachorrinho...

    Depois de ver aquilo, fiquei com pena do cachorrinho, pois ele estava com cede, e eu nem liguei, e então, eu fui lá e coloquei água em seu pratinho, e então ele foi tomar água.

    O que me deixou mais impressionado foi a inteligência que  o cachorrinho teve, em levar o pratinho até a sala, e me mostrar que estava seco.

   Depois que aconteceu isso, eu parei e pensei, cachorro, um ser tão diferente das pessoas, mas que sabe se defender de qualquer modo, então nós também temos que pensar antes de julgar um cachorro qualquer...

    Anderson da Silva Oliveira e Bruno Silva
    Redação  1
    Turma: A 43 
    Prof.(a):  Andréia


   
Era uma vez uma pequena joaninha chamada Juju que morava em uma
                    A joaninha em busca de seu sonho 
 
Era uma vez uma pequena joaninha chamada Juju que morava em uma linda floresta. Seu sonho era ir para a cidade grande e encontrar seu pai. Ela nunca tinha o conhecido porque sua mãe sempre a impedia de ir vê-lo pois, tinha medo que Juju se decepcionasse.
A pequena joaninha nunca soube porque sua mãe não queria que ela fosse. Só sabia que estava decidida em encontrá-lo.
Em um belo dia de Sol, a joaninha juntou sua coragem, arrumou suas coisas e foi em busca de seu sonho sem que sua mãe soubesse, pois senão não a deixaria ir.
No decorrer de sua viagem, Juju encontrou um esquilo chamado Kiki e pediu a ele que a ajudasse a encontrar o caminho para cidade. E a joaninha disse:
- Olá esquilo, você poderia me ajudar a encontrar o caminho para a cidade?
O esquilo responde:
- Sim, é claro, posso até acompanhá-la se você quiser.
Juju diz:
        - Se não for muito incomodo, eu aceito! – responde com muita alegria.
O esquilo resolveu acompanhá-la, pois era um bichinho muito sozinho e estava em busca de novos amigos e uma família. E assim, seguiu em frente com a doce e querida Juju.
De repente esbarraram com uma raposa muito malvada que queria prendê-los na flloresta. A Joaninha apavorada começa a chorar e a raposa diz:
- O que vocês estão fazendo aqui?
          - Nós estamos indo para a cidade. - responde Kiki.
E Juju diz:
- Por favor, raposa não nos prenda, estou em busca do caminho da cidade, onde está meu pai, quero muito encontrá-lo e se não conseguir irei ficar triste durante toda a minha vida.

A raposa responde:
- Está bem, mas saibam que vocês nunca chegarão lá.
A pequena joaninha e o seu amigo esquilo, seguiram em busca de seu sonho, encontrando muitos animais que diziam que era impossível uma joaninha tão inofensiva chegar até a cidade. Após enfrentar todos os tipos de barreiras que uma joaninha poderia suportar, finalmente Juju encontra seu pai, que espantado diz:
- Minha fiilha! Como você me encontrou? Estou anos à procura do caminho da flloresta para voltar para casa.
-Como assim papai? O que houve? - disse Joaninha intrigada.
- Você não sabe minha fiilha? Em um certo dia resolvi dar um passeio pela flloresta, em frente a caverna dos ursos, me perdi e nunca mais encontrei o caminho de volta para casa, mas agora com você aqui sabendo como voltar, conseguiremos viver como uma linda família.- disse o pai da joaninha. 
E assim seguiram de volta para casa, seu pai explicou-se com sua mãe, e eles resolveram adotar Kiki e viveram felizes para sempre.



                  

                   Camila Brandão e Francielle Alexandre                                                                         A43
                    Sapucaia do Sul, Dezembro de 2009.